Frases sobre prévia

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da prévia, ser, idade, vida.

Frases sobre prévia

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“A tarefa do professor é preparar motivações para atividades culturais, num ambiente previamente organizado, e depois se abster de interferir”

Maria Montessori (1870–1952) Educadora e pedagoga italiana

Fonte: Nova Escola http://novaescola.abril.com.br/ed/164_ago03/html/pensadores.htm

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“Em todas as coisas, o sucesso depende de preparação prévia.”

Confucio (-551–-479 a.C.) Filósofo chinês

Atribuídas

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“No fim de maio, o presidente da Caixa havia declarado à imprensa que o Ministério do Desenvolvimento Social foi informado previamente da antecipação do pagamento dos benefícios.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves em nota à imprensa no dia 16 de julho de 2013.
Fonte PSDB http://www.psdb.org.br/bolsa-familia-psdb-cobra-novos-esclarecimentos-do-governo/

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“Se a prévia de julho felizmente veio menor, a explicação está na sazonalidade dos preços dos alimentos e no congelamento das tarifas de transporte, resultante dos movimentos de protesto em junho, e não na política econômica.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves artigo do senador publicado dia 22 de julho de 2013.
Fonte Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2013/07/1314599-validade.shtml

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“Em um mundo de tensões, como é o caso atual do nosso planeta, um país de dimensões continentais como o Brasil precisa estar preparado para a eventualidade de, a qualquer momento, não apenas ser submetido à rapinagem financeira, mas sofrer, sem aviso prévio, a ameaça de perda de parte de seu território.”

Enéas Carneiro (1938–2007)

Congresso Nacional - Conveniência do aumento do efetivo das Forças Armadas brasileiras para garantia da defesa nacional, sobretudo na região amazônica - Sessão: 124.2.52.O - 15/06/2004

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“O Dr. Cottard nunca sabia ao certo como deveria responder a alguém, se seu interlocutor queria rir ou estava sério. E, ao acaso, ele acrescentava a todas as suas expressões fisionômicas o oferecimento de um sorriso condicional e provisório na finura expectante, o desculparia da censura de ingenuidade, se as palavras que lhe dirigiam, fossem de fato espirituosas. Porém, como tinha de enfrentar a face oposta, nunca deixava o sorriso se afirmar nitidamente no rosto, onde se via flutuar perpetuamente uma incerteza em que se lia a pergunta que não tem coragem de fazer: "O senhor fala isto a sério?" Da mesma maneira que nos salões, não estava igualmente certo de como devia se comportar na rua, e até, em geral na vida, e assim opunha aos passantes, aos carros e aos acontecimentos um só malicioso, que previamente eliminava de sua atitude toda impropriedade, visto que provava, se não era adequada ao caso, que ele bem o sabia e só por zombar procedera daquele jeito. Entretanto, em todos os assuntos onde era permitido, o doutor não deixava de esforçar-se para restringir o campo de incertezas e de completar sua instrução.””

Marcel Proust (1871–1922) Escritor francês

[Atenção: este trecho não corresponde exatamente ao original em português, ou seja, à tradução de Mário Quintana, editora Globo, 1948, devendo ser consultado, portanto, no livro para se ler o trecho na versão original. O mesmo deve ter ocorrido aos trechos abaixo)
nota de Ana P.
No caminho de Swann

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“Em 1840 fui chamado de minha fazenda para empreender a administração de negócios públicos e eu previ que fui chamado a uma cama de espinhos.”

John Tyler (1790–1862) político estadunidense, 10° presidente dos Estados Unidos da América

In 1840 I was called from my farm to undertake the administration of public affairs and I foresaw that I was called to a bed of thorns.
citado em John Tyler: a president of many firsts - Página 37, Jane C. Walker - McDonald & Woodward, 2001, ISBN 0939923815, 9780939923816, 56 páginas

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Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
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Esta frase aguardando revisão.

“Às vezes, a pressa em comprar Verdade Aveludada é tão grande que os Apaixonados já nem se importam com a Embalagem.

E talvez seja justamente aí que mora o perigo mais silencioso do nosso tempo: não na mentira escancarada, mas na verdade que se deixa moldar ao toque — macia, confortável, ajustável aos desejos de quem a consome. 

Uma verdade que não exige esforço, que não confronta, que não pede revisão de rota. 

Apenas acolhe, embala e confirma.

Em meio à pressa, desaprendemos o valor do desconforto. 

Esquecemos que a verdade, quando genuína, raramente chega pronta para ser aceita; ela provoca, desloca e inquieta. 

Mas o espírito apressado não quer esse atrito — ele busca a suavidade de narrativas que caibam perfeitamente em suas certezas pré-fabricadas. 

E assim, pouco a pouco, a embalagem deixa de importar porque o conteúdo já foi previamente escolhido.

A polarização se alimenta exatamente desse hábito: não de discordar, mas de não querer sequer considerar. 

Cada lado constrói sua vitrine de Verdades Aveludadas, expostas com brilho suficiente para seduzir os que só desejam acreditar. 

E quem compra, não lê o rótulo — apenas reconhece o que já sente.

Nesse cenário, a manipulação já nem precisa ser sofisticada; basta ser conveniente. 

Não é necessário esconder a incoerência, apenas envolvê-la em familiaridade. 

Afinal, quando a emoção se antecipa à razão, qualquer embalagem parece suficiente — desde que o conteúdo não ameace o conforto de quem o consome.

Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja encontrar a Verdade, mas reaprender a desacelerar diante dela. 

Ter a coragem de examinar o que nos agrada com o mesmo rigor que aplicamos ao que rejeitamos. 

Porque, no fim, não é a embalagem que define o valor do que compramos — é a disposição de encarar o que há dentro, mesmo quando já não é tão macio quanto gostaríamos.”

Não são os manipuladores que se aperfeiçoaram, são os manipuláveis que retrocederam.