Frases sobre negociação

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da negociação, forma, todo, vez.

Frases sobre negociação

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“Quando eu disse que não há negociação, quis dizer que não há negociação.”

George Bush (1946) político americano, 43° Presidente dos EUA

George W. Bush, presidente americano, recusando proposta do Talibã para entregar Laden a um país neutro; citado em Revista Veja http://veja.abril.com.br/241001/vejaessa.html, Edição 1 723 - 24 de outubro de 2001.

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“Numa negociação muito delicada, não se deve apresentar de uma só vez as condições ou exigências estabelecidas por cada parte.”

Tancredo Neves (1910–1985) político brasileiro, presidente eleito no Brasil mas que não tomou posse

Tancredo, Grandes Líderes - Nova Cultural

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“Deixe-me dizer com franqueza: de uma forma ou de outra, teremos que terminar com os judeus. O führer uma vez expressou o seguinte: se os judeus, mais uma vez, conseguirem incitar uma guerra mundial, o derramamento de sangue não poderia ser limitado aos povos que eles levaram à guerra, mas aos próprios judeus que estivessem na Europa. Se a tribo judaica sobreviver à guerra na Europa enquanto sacrificamos nosso sangue pela preservação da Europa, essa guerra será apenas um sucesso parcial. Basicamente, devo presumir, portanto, que os judeus desaparecerão. Para esse fim, iniciei negociações para expulsá-los para o leste. De qualquer forma, haverá uma grande migração judaica. Mas o que acontecerá com os judeus? Você acha que eles serão assentados em aldeias nos territórios orientais conquistados? Em Berlim, fomos instruídos a não complicar as coisas: como nem esses territórios, nem os nossos, têm algum uso para eles, devemos liquidá-los nós mesmos! Senhores, devo pedir que permaneçam indiferentes aos pedidos de piedade. Devemos aniquilar os judeus onde quer que os encontremos e sempre que possível, a fim de manter o domínio geral do Reich aqui ... Para nós, os judeus também são excepcionalmente prejudiciais porque estão sendo tão glutões. Estima-se que haja 2,5 milhões de judeus no governo geral, talvez. 3.500.000. Esses 3,5 milhões de judeus, não podemos matá-los, nem envenená-los. Mesmo assim, podemos tomar medidas que, de uma maneira ou de outra, abrirão o caminho para sua destruição, principalmente em relação às grandes medidas a serem discutidas no Reich. O governo geral deve se tornar tão judenfrei (livre de judeus) quanto o Reich!”

Hans Frank (1900–1946)
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“Apelo para que todos com influência acabem com os combates e deem início a negociações.”

Ban Ki-moon (1944) diplomata e político sul-coreano, Ex-secretário geral da ONU

Terra https://noticias.terra.com.br/paises-que-alimentam-guerra-siria-tem-sangue-nas-maos-diz-ban-ki-moon,f05bdb3bfaa96fa5a341181cd01d45cajz6as6wr.html — 16/10/2016

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“Seria Humanamente impossível usar qualquer Mau Comportamento para relativizar outro sem se togar do Mau-Caratismo.

A tentativa de justificar o erro com outro erro revela mais sobre quem argumenta do que sobre o fato em si.

É como se a consciência, incapaz de sustentar a verdade nuą e crua, buscasse abrigo na comparação: “se o outro fez pior, o meu não é tão grave assim”.

Mas desde quando a gravidade de um ato deixa de existir porque há algo mais grave ao lado?

O peso moral não se dilui por contraste — ele apenas se acumula.

Relativizar desvios é uma forma sutil de normalizá-los.

E a normalização do erro é o terreno mais fértil para a sua repetição.

Quando alguém aponta o erro alheio para suavizar o próprio ou de alguém, não está defendendo justiça, mas tentando escapar dela.

É uma negociação íntima com a própria consciência, um pacto silencioso onde a verdade é sacrificada em nome do conforto.

O problema não está apenas na falha, mas na recusa em encará-la como tal.

Porque reconhecer o erro exige coragem — uma coragem que dispensa comparações e aceita a responsabilidade sem muletas.

Já o mau-caratismo, esse sim, precisa de referências externas, de exemplos piores, de histórias paralelas que sirvam como cortina de fumaça.

No fim, quem relativiza não absolve ninguém — apenas se condena junto.

Afinal, ao escolher medir o certo pelo errado, abandona-se qualquer possibilidade de integridade.

E sem integridade, o julgamento deixa de ser moral e passa a ser apenas conveniente.”