Frases sobre artesão

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da artesão, arte, ser, homem.

Frases sobre artesão

“Feito à mão por Deus

Nossa aflição leve. . . está trabalhando para nós um peso muito maior e eterno de glória. -
Escritura de hoje :
2 Coríntios 4: 8-18

O piano Steinway foi preferido por teclados como Rachmaninoff, Horowitz, Cliburn e Liszt - e por um bom motivo. É um instrumento habilmente trabalhado que produz som fenomenal.

Os pianos Steinway são construídos hoje da mesma forma que há 140 anos, quando Henry Steinway começou seu negócio. Duzentos artesãos e 12.000 peças são necessários para produzir um desses magníficos instrumentos. O mais crucial é o processo de dobrar o aro, onde 18 camadas de bordo são dobradas em torno de uma prensa de ferro para criar a forma de um Steinway grand. Cinco camadas de verniz são aplicadas e esfregadas à mão para dar ao piano seu brilho externo. O instrumento então vai para a sala de Pounder, onde cada chave é testada 10.000 vezes para garantir a qualidade e durabilidade.

Seguidores de Jesus Cristo também estão sendo "feitos à mão". Somos pressionados, formados e moldados para nos tornar mais semelhantes a Ele. Somos polidos, às vezes no aflição, até que “brilhemos”. Somos testados no laboratório da experiência humana cotidiana. O processo nem sempre é agradável, mas podemos perseverar com esperança, sabendo que nossas vidas refletirão cada vez mais a beleza da santidade para o eterno louvor de Deus.

Refletir e Orar
Pense nisso
É Deus se curvando, moldando ou me polindo agora mesmo? Qual é a minha atitude: estou agradecendo e louvando a Deus, ou estou reclamando do processo?

Os julgamentos não pretendem nos provocar, mas nos provar. David C. Egner”

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“Primeiro aprenda a ser um artesão. Isso não impedirá você de ser um gênio.”

Eugéne Delacroix (1798–1863) pintor francês

como citado em "Logus Nosso pensamento‎" - Página 234, Fabiano Lemo, Thesaurus Editora, 1999, ISBN 8570621663, 9788570621665

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“Na praça pública das letras, não ciceroneio visitantes aos palácios e catedrais – vejo-me apenas como um artesão de mamulengos.”

Paulo Mendes Campos (1922–1991) Escritor brasileiro

Veja, 10 de julho de 1991 – ANO 24 – N° 28 – Edição n° 1 190 – DATAS – Pág; 80

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Esta frase aguardando revisão.

“Talvez não haja Atrevimento mais Bonito e Charmoso do que se aventurar na arte de Brincar com as Palavras.

Há, nesse gesto, uma espécie de sedução bastante silenciosa, um convite à imaginação, uma ousadia que dispensa o toque porque sabe alcançar a alma. 

Afinal, brincar com as palavras é descobrir que elas não nasceram apenas para dizer, mas também para insinuar, provocar, acariciar e, às vezes, desarrumar delicadamente tudo aquilo que julgávamos estar em seu devido lugar.

É preciso ter um quê de coragem e consciência para se arriscar nesse território. 

Às vezes são as Palavras que se juntam para Brincar conosco.

Mas é preciso saber que uma palavra pode ser janela ou abismo, abraço ou despedida, veneno ou antídoto. 

Que uma vírgula pode prolongar um suspiro, que uma pausa pode dizer muito mais do que uma declaração inteira e que certas reticências guardam, entre um ponto e outro, os mais indecentes segredos da imaginação.

Os que Brincam com as palavras, quando o fazem com inteligência e sensibilidade, não escrevem apenas frases: criam atmosferas. 

Transformam o óbvio em mistério, o cotidiano em poesia e o silêncio em uma espécie de música que só os mais atentos conseguem ouvir. 

São artesãos do sentido, contrabandistas das emoções, gente que sabe esconder uma provocação dentro de um elogio e disfarçar uma confissão sob a aparente inocência de uma metáfora.

E talvez resida justamente aí o encanto: na capacidade de dizer sem entregar tudo, de revelar sem esgotar o mistério, de despertar no outro a vontade de ler novamente, não porque faltou compreensão, mas porque sobrou significado.

Brincar com as palavras é, de certa maneira, brincar com a própria vida. 

É perceber que nem tudo precisa ser literal, que há verdades que só a poesia alcança e sentimentos que, quando pronunciados diretamente, perdem parte da sua magia. 

Há coisas que precisam ser sugeridas, bordadas nas entrelinhas, deixadas à mercê da inteligência e da sensibilidade de quem lê.

E que delícia é encontrar alguém capaz de compreender esse jogo! 

Alguém que não tropeça nas ambiguidades, mas dança com elas; que não exige explicações para cada metáfora, mas se permite sentir antes de decifrar. 

Alguém que devolve a provocação com outra provocação, que transforma uma conversa banal em duelo de sutilezas e faz do diálogo uma espécie de dança na qual ninguém deseja anunciar o fim da música.

Porque há encontros que começam no olhar, outros no toque, mas existem aqueles que principiam numa frase bem colocada. 

E, quando duas inteligências se reconhecem nesse território lúdico, até mesmo a sedução ganha outra dimensão: menos apressada, mais inventiva; menos óbvia e infinitamente mais interessante.

No fim das contas, talvez o verdadeiro atrevimento não esteja em dominar as palavras, mas em ter a delicadeza de Brincar com elas sem aprisionar seus sentidos. 

Em compreender que a linguagem também pode ser um lugar de liberdade, onde a inteligência flerta com a sensibilidade, o humor se insinua para a elegância e a imaginação encontra espaço para respirar.

E se há beleza em quem sabe falar, há um charme quase irresistível em quem sabe jogar com aquilo que diz.

Afinal, algumas pessoas conquistam pela presença, algumas pela beleza e outras tantas pela gentileza. 

Mas existem aquelas que, sem sequer perceber, nos desarmam com uma frase, nos instigam com uma pergunta e nos deixam pensando muito depois que a conversa termina.

Essas conhecem um segredo que nem todos aprenderam: as Palavras mais sedutoras não são necessariamente as que dizem mais, mas as que despertam em nós a vontade irresistível de imaginar o que ainda não foi dito.”

Alessandro Teodoro