The bitterest tears shed over graves are for words left unsaid and deeds left undone
"Repression" in "Little foxes: or, The insignificant little habits which mar domestic happiness" - Página 87 http://books.google.com.br/books?id=5C03AAAAIAAJ&pg=PA87, Harriet Beecher Stowe - Bell and Daldy, 1866 - 188 páginas
Esta frase aguardando revisão.
“No santuário do silêncio, o barulho quase sempre fica por conta das lágrimas — contidas ou derramadas.
Lá não há necessidade de palavras bem escolhidas nem de explicações convincentes.
Ali, o que fala é o que transborda — ou o que dói ainda mais para não transbordar.
O barulho fica por conta das lágrimas, contidas ou derramadas.
Porque até o silêncio tem um idioma próprio, e ele quase sempre é aprendido na dor.
Há lágrimas que escorrem sem pedir licença, e há outras que permanecem presas, não por falta de sentimento, mas por excesso dele.
Ambas fazem ruído suficiente para quem sabe escutar com a alma.
Não é fraqueza chorar em silêncio; é coragem permitir-se sentir sem a plateia, sem o espetáculo, sem a pressa de parecer forte.
No santuário do silêncio, Deus não se assusta com o som ensurdecedor das lágrimas.
Ele entende o que a boca não consegue formular e recolhe cada soluço invisível como oração.
Porque, quando tudo se cala ao derredor, o coração encontra espaço para falar — e o céu, para escutar e até responder.
Felizes os que choram, porque serão consolados!”
Última atualização 5 de Janeiro de 2026.
História
Tópicos
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Harriet Beecher Stowe
(1811–1896)
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