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“⁠No santuário do silêncio, o barulho quase sempre fica por conta das lágrimas — contidas ou derramadas.


Lá não há necessidade de palavras bem escolhidas nem de explicações convincentes.


Ali, o que fala é o que transborda — ou o que dói ainda mais para não transbordar.


O barulho fica por conta das lágrimas, contidas ou derramadas.


Porque até o silêncio tem um idioma próprio, e ele quase sempre é aprendido na dor.


Há lágrimas que escorrem sem pedir licença, e há outras que permanecem presas, não por falta de sentimento, mas por excesso dele.


Ambas fazem ruído suficiente para quem sabe escutar com a alma.


Não é fraqueza chorar em silêncio; é coragem permitir-se sentir sem a plateia, sem o espetáculo, sem a pressa de parecer forte.


No santuário do silêncio, Deus não se assusta com o som ensurdecedor das lágrimas.


Ele entende o que a boca não consegue formular e recolhe cada soluço invisível como oração.


Porque, quando tudo se cala ao derredor, o coração encontra espaço para falar — e o céu, para escutar e até responder.


Felizes os que choram, porque serão consolados!”

Última atualização 5 de Janeiro de 2026. História

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“As lágrimas mais amargas derramadas sobre os túmulos são pelas palavras que não foram ditas e coisas que não foram feitas.”

Harriet Beecher Stowe (1811–1896)

The bitterest tears shed over graves are for words left unsaid and deeds left undone
"Repression" in "Little foxes: or, The insignificant little habits which mar domestic happiness"‎ - Página 87 http://books.google.com.br/books?id=5C03AAAAIAAJ&pg=PA87, Harriet Beecher Stowe - Bell and Daldy, 1866 - 188 páginas

“⁠⁠Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!
Façamos Barulho!?!”

Imagina o Barulho da nossa Oração. Façamos Barulho! Oremos!

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