Frases sobre eleitor

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da eleitor, política, governo, voto.

Frases sobre eleitor

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“Defendemos o fim das coligações proporcionais, para impedir a usurpação do voto do eleitor, que vota num determinado candidato e elege outro, que não tem na sua atuação parlamentar qualquer sintonia com aquele que efetivamente recebeu o voto.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves em em entrevista no dia 9 de junho de 2013.
Fonte PSDB http://www.psdb.org.br/psdb-define-seis-prioridades-para-a-reforma-politica/

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“Não vejo porque precisamos ficar parados e assistir um país tornar-se comunista por causa da irresponsabilidade do seu povo. As questões são muito importantes para deixarmos os eleitores chilenos decidirem por si mesmos.”

Henry Kissinger (1923–2023)

Sobre o apoio dos EUA ao golpe que derrubou Salvador Allende, presidente democraticamente eleito do Chile, em 11 de setembro de 1973.
citado em Richard R. Fagen, " The United States and Chile: Roots and Branches http://www.foreignaffairs.org/19750101faessay10135/richard-r-fagen/the-united-states-and-chile-roots-and-branches.html", Foreign Affairs, January 1975.

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“Eu poderia ir pro meio da quinta avenida e atirar em alguém, e ainda assim, não perderia nenhum de meus eleitores.”

Donald Trump (1946) político e empresário estadunidense, 45º presidente dos Estados Unidos da América

23 de Janeiro de 2016

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“Atacado, tenho a obrigação de dar uma resposta ao eleitor. Tenho que reagir, até pelo meu sangue, que vem do meu pai, de Catolé da Rocha (cidade da Paraíba). Um sangue escuro quase roxo…”

Cesar Maia (1945) Político Brasileiro

Cesar Maia, Cesar Maia, candidato do PTB à Prefeitura do Rio de Janeiro, avisando que reagirá caso seja atacado durante a campanha para o segundo turno das eleições a prefeito.'
Fonte: O Globo (05/10/2000)

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“Não há virtude na caridade compulsória governamental, e não há virtude em defende-la. Um político que se apresenta como cuidadoso e sensível porque ele quer expandir os programas de caridade do governo está meramente dizendo que ele está disposto a fazer o bem com o dinheiro dos outros. Bem, quem não está? E um eleitor que se orgulha em apoiar esses programas está nos dizendo que ele fará o bem com seu próprio dinheiro - se uma arma é mantida em sua cabeça.”

There is no virtue in compulsory government charity, and there is no virtue in advocating it. A politician who portrays himself as caring and sensitive because he wants to expand the government's charitable programs is merely saying that he is willing to do good with other people's money. Well, who isn't? And a voter who takes pride in supporting such programs is telling us that he will do good with his own money — if a gun is held to his head.
O'Rourke, P. J. (1996). Why I Am a Conservative (1st edition ed.). Second Thoughts Books. pp. 24 pp.. 978-1886442085.

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“O eleitor que insiste em votar no Bolsonaro é fascista. É inimigo do Brasil e meu inimigo.”

Ciro Gomes (1957) político, advogado e professor brasileiro

Fonte: O Antagonista https://www.oantagonista.com/brasil/ciro-ataca-eleitores-de-bolsonaro/ — 28 de setembro de 2018

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“Quem escolhe dar maioria aos governos é o eleitor, mas é o sistema eleitoral vigente que viabiliza essa escolha. Se o voto parlamentar é o distrital simples, majoritário, é mais provável a formação de maioria. Se o sistema é o proporcional puro, é quase impossível. Governos parlamentaristas só são possíveis, na prática, com o sistema distrital, ou pelo menos, com o distrital misto.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, em artigo A realidade de governar
Folha de S. Paulo http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2017/09/1917909-a-realidade-de-governar.shtml, 13/09/17

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Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
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“⁠Se os eleitores praticassem a Honestidade que cobram dos políticos, os Corruptos jamais se criariam.”

Os que fingem honestidade jamais combaterão a corrupção.

Esta frase aguardando revisão.

“⁠Para fazer frente à enxurrada de eleitores apaixonados, basta uma enxurrada de políticos-influencers igualmente apaixonados.


Talvez isso soe como ironia, mas talvez seja também um retrato fiel do nosso tempo.


Em uma era em que a atenção se tornou moeda de troca e a emoção passou a disputar espaço com os fatos, a política parece cada vez menos um campo de deliberação e cada vez mais um mercado de engajamento.


O eleitor apaixonado não procura apenas propostas.


Procura pertencimento, identidade e reconhecimento.


Quer sentir que faz parte de uma causa maior do que si mesmo.


Nesse ambiente, argumentos cuidadosamente construídos muitas vezes perdem terreno para frases de efeito, vídeos curtos e narrativas capazes de provocar indignação, esperança ou medo em poucos segundos.


Não surpreende, então, que os políticos se adaptem à lógica vigente.


Se a arena pública recompensa visibilidade, surgem os políticos-influencers.


Se a paixão mobiliza mais do que a ponderação, multiplica-se a encenação da paixão.


O resultado é uma dinâmica medonha em que representantes e representados passam a se retroalimentar emocionalmente, cada grupo incentivando no outro exatamente aquilo que mais dificulta o diálogo.


Mas há um risco evidente nessa simetria.


Quando a política se transforma em um espelho de afetos intensificados, a mediação perde valor.


A dúvida vira fraqueza.


A complexidade vira obstáculo.


A prudência passa a parecer falta de convicção.


E a própria atividade política, que deveria lidar com interesses conflitantes e problemas multifacetados, é pressionada a se comportar como entretenimento permanente.


E daí nasce a política do espetáculo.


Talvez a questão não seja apenas a existência de eleitores apaixonados ou de políticos-influencers.


Paixões sempre estiveram presentes na vida pública.


O problema surge quando a paixão deixa de ser combustível para a participação e passa a ser critério único para julgar a realidade.


Nesse ponto, a intensidade do sentimento substitui a qualidade do argumento.


A democracia depende de entusiasmo, mas também de freios.


Depende de convicções, mas igualmente de disposição para revisar certezas.


Se a resposta para uma enxurrada de eleitores apaixonados for apenas uma enxurrada de políticos-influencers igualmente apaixonados, talvez estejamos apenas aumentando o volume da correnteza, sem perguntar para onde ela está nos levando.


E correntes muito fortes têm uma característica bastante curiosa: arrastam não apenas aqueles que desejam avançar, mas também aqueles que já deixaram de distinguir movimento de direção.”