Frases sobre audiência

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da audiência, público, mundo, vai.

Frases sobre audiência

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“A audiência americana é a mesma de qualquer uma. Exceto por ser um pouco mais chata.”

Sid Vicious (1957–1979) Cantor e baixista britânico

Quando perguntado por Julien Temple, The Filth and the Fury: The Sex Pistols (2000), p. 207.

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“Não é se você realmente chora. É se a audiência pensa que você está chorando.”

Ingrid Bergman (1915–1982)

It's not whether you really cry. It's whether the audience thinks you are crying.
Fonte: Halliwell's Filmgoer's and Video Viewer's Companion

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“O programa tem o objetivo de dar audiência e, para isso, temos que falar para vários públicos, de várias idades. Lutamos para não ter um programa segmentado. Por isso, nesta temporada, estamos trazendo quadros novos e um cardápio bem variado para agradar a todos.”

Boninho (1961)

Falando sobre o programa Mais Você da Rede Globo
Fonte: "Mais Você" tem que dar audiência, diz Boninho http://diariodopara.diarioonline.com.br/N-88914-MAIS+VOCE+TEM+QUE+DAR+AUDIENCIA++DIZ+BONINHO.html; Diário do Pará - Fama. 5 de maio de 2010

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“Esperamos também que seja marcada logo a audiência com o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, cujo convite já foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e Fiscalização e Controle do Senado.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves em nota à imprensa no dia 16 de julho de 2013.
Fonte PSDB http://www.psdb.org.br/bolsa-familia-psdb-cobra-novos-esclarecimentos-do-governo/

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“A solidão é a sala de audiência de Deus.”

Walter Savage Landor (1775–1864)

a solitude is the audience-chamber of God.
"Imaginary Conversation" in: "The works of Walter Savage Landor" [ed. by J. Forster].‎ - Vol. I, Página 4 http://books.google.com/books?id=PbXjWYmVIakC&pg=PA4, de Walter Savage Landor - 1853

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“Trabalho na maior emissora do Brasil e tenho a maior audiência. Sou uma pessoa que cria polêmica. Isso resulta em afagos e pancadas. Mas aprendi com o Pelé e com o Ayrton Senna que, se lutei tanto para chegar onde cheguei, se trabalhei tanto para isso, tenho de aprender a lidar com essas questões.”

Galvão Bueno (1950) Narrador Esportivo Brasileiro

Ao ser perguntado sobre o fato de liderar as listas de melhor e pior narrador do Brasil
Fonte: Entrevista na Revista Isto É Gente!, de 7 de Janeiro de 2002.

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“Não trocar nossa liberdade por migalhas. Quantos moleques eu não vejo se matando pra ter um tênis? Roubando pra ter um tênis? Eu vou lá, tento roubar algo de quinhentos reais, sou preso, pago dez mil reais para advogado, tem um monte de advogado rico. Aí vou lá, assalto e ajudo a girar a indústria do medo. A minha PT na mão faz girar seguro de vida, seguro de carro, faz vender alarme, dá audiência para Datena, pro Marcelo Rezende. Eles vão tratando a gente como massa de manobra e a gente vai lá segurando a arma e girando toda essa indústria.”

Eduardo (rapper) (1975) cantor e compositor brasileiro

Eduardo discute o assunto sobre a maioria criminal em um vídeo postado no YouTube diz que ninguém descobriu a culpa da arma está na mão de uma criança.
Fonte: Eduardo fala sobre maioridade penal: “ninguém discutiu a culpa da arma tá na mão da criança”, Guilherme Junkes, 13 de fevereiro de 2014 http://www.vaiserrimando.com.br/2013/06/09/eduardo-maioridade-penal/,

Esta frase aguardando revisão.

“A moeda mais poderosa na política do espetáculo é o ruído que mantém a paixão e o aluguel das cabeças dos asseclas e ainda movimenta os algoritmos.

Ela banca dois amantes do barulho constante: a cabeça vazia e o algoritmo.

Já não importa a profundidade do debate, a coerência das ideias ou a honestidade das intenções.

O que sustenta o teatro contemporâneo é a capacidade de produzir barulho suficiente para impedir o silêncio que oportuniza a reflexão.

O ruído virou ativo político, combustível emocional e mecanismo de controle.

Na política do espetáculo, a indignação é industrializada.

Cria-se um inimigo por semana, uma crise por dia e um escândalo por hora…

Não para resolver problemas, mas para manter plateias permanentemente excitadas, cansadas e incapazes de distinguir realidade de encenação.

Afinal, quem pensa demais começa a perceber as contradições do roteiro.

Os asseclas apaixonados, muitas vezes sem perceber, alugam as próprias consciências em troca do pertencimento.

Passam a defender narrativas como quem protege a própria identidade.

E quando a identidade depende da manutenção do conflito, qualquer tentativa de ponderação vira ameaça.

O pensamento crítico deixa de ser virtude e passa a ser tratado como traição.

Enquanto isso, os algoritmos recompensam exatamente aquilo que degrada o debate público: exagero, simplificação, raiva e histeria.

O conteúdo que mais divide é o que mais circula.

Não porque seja verdadeiro, mas porque captura atenção.

E atenção, hoje, em meio a tanta carência, vale muito mais do que a verdade.

Nesse cenário, muitos líderes deixam de governar para performar.

Precisam permanecer em evidência constante, alimentando torcidas emocionais que já não exigem soluções concretas, apenas novos capítulos da guerra simbólica.

O problema deixa de ser a pobreza, a corrupção, a violência ou a desigualdade…

E passa a ser perder o controle da narrativa.

Talvez a maior tragédia desse modelo seja transformar cidadãos em audiência e democracia em entretenimento.

Porque quando a política vira espetáculo permanente, o país inteiro passa a viver entre aplausos automáticos, vaias previsíveis e distrações cuidadosamente calculadas.

E, no meio de tanto ruído, a lucidez se torna quase um ato de resistência.”