“Está pois a pena de morte abolida nesse nobre Portugal, pequeno povo que tem uma grande história. (…) Felicito a vossa nação. Portugal dá o exemplo à Europa. Desfrutai de antemão essa imensa glória. A Europa imitará Portugal. Morte à morte! Guerra à guerra! Viva a vida! Ódio ao ódio. A liberdade é uma cidade imensa da qual todos somos concidadãos.”
Victor Hugo citado em Vidas e Obras - Página 357 http://books.google.com.br/books?id=nSQZQiyeyaYC&pg=PA357, Maria Emilia Pinto Gachineiro, Editora Ferrari, 2007, ISBN 8590611124, 9788590611127 <br class="br">Atribuídas
Citações relacionadas
José Baptista Pinheiro de Azevedo (1917–1983) oficial da Marinha e político português
Em 9 de Novembro de 1975
“Da morte apenas, nascemos imensamente.”
Vinícius de Moraes (1913–1980) cantor, poeta, compositor e diplomata brasileiro
“Os poetas odeiam o ódio e fazem guerra à guerra.”
Pablo Neruda (1904–1973) Escritor
carece de fontes
Mal atribuídas
Hans Staden (1525–1579) Mercenário alemão
Sobre o canibalismo tupi; De Hans Staden, “Viagem ao Brasil”, 1557. http://purl.pt/151/1/P1.html
“O jornalismo é uma catapulta imensa, posta em movimento por ódios mesquinhos.”
Honoré De Balzac (1799–1850) Escritor francês
“Só os mortos poderão ver o fim da guerra.”
Platão (-427–-347 a.C.) filósofo grego
Atribuída a Platão pelo general Douglas MacArthur; citação contestada http://plato-dialogues.org/faq/faq008.htm <br class="br">Atribuições disputadas <br class="br">Variante: Só os mortos conhecem o fim da guerra.