Frases sobre meio
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“⁠Messias, por que tanta aflição se o seu adversário é o Barrabás?

Por que tanto desespero para concorrer com um 'monstro'?

Por quê?

Precisou comprar apoio, e muito!

Comprou até padres e pastores!

Usou descaradamente o evangelho para se promover!

Desvirtuou eventos religiosos!

Criou factoides!

Quase precisou ensinar o papagaio a falar, e até fazer pacto com o diabo. Se não tiveres feito!

Não satisfeito, e como um bicho extremamente acuado, confundiu e fez confundir o medonho discurso de ódio com a liberdade de expressão para questioná-la.

Confundiu os “sábios”!?!

Apostou todas as fichas na divisão do povo para reinar absoluto.

Conseguiu causar divisão em muitas famílias e até nas igrejas!

Rachou o carisma!
Questionou tudo!

Romantizou ataques ao STF, STE e ao adversário o tempo todo!

Criou e induziu a suspeição do sistema eleitoral para tentar deslegitimar uma possível e pavorosa derrota.

Subestimou a inteligência do brasileiro!

Fantasiou o tempo todo!

Simulou!

Fanatizou!

Iludiu!

Imbecilizou!

Manipulou!

Vivi para ver um 'monstro' fazer um presidente, padres e pastores, e todos os seus asseclas recorrerem aos meios mais espúrios e nojentos possíveis, em nome da reeleição.

Se o cara é tão ruim como pintas, recorrendo a todos os meios espúrios possíveis o tempo todo, essa eleição nem sequer poderia acontecer, pois tu consegues ser muito pior.

Não à manipulação religiosa!

Não às descaradas medidas eleitoreiras!

Não ao ódio!

Não à intolerância!

Não ao autoritarismo!

Não ao desrespeito, principalmente à diversidade de ideias!

Posso até errar, mas prefiro errar ao lado dos oprimidos do que ter a pretensão de acertar ao lado dos opressores.

Voto 13!

Alessandro Teodoro de Almeida.”

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“⁠Uns meio tristes, outros meio alegres…
Que os meio tristes se libertem de tanta Tristeza e os meio alegres encontrem Alegria!”

Os meio tristes que desejam ficar meio alegres não sabem que os meio alegres também não tem alegria alguma.

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“Todo governo deveria oferecer propostas em defesa do meio ambiente. País rico é o país que também protege a natureza.”

Valter Bitencourt Júnior (1994) poeta e escritor brasileiro

Fonte: Facebook: https://www.facebook.com/share/p/1B9u7FWkNf/

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“⁠Talvez a sensação de descobrir ter sido manipulado com a ajuda da IA seja a mesma de descobrir ter sido assaltado com réplica de arma.


Mas a diferença entre os que são assaltados com réplica de arma e os que são manipulados com a ajuda da IA é que os primeiros não idolatram seus agressores.


Se algum dia os Asseclas Apaixonados despertarem e perceberem que foram manipulados pelos políticos-influencers com recursos terceirizados, talvez troquem a paixão pela revolta…


Talvez a maior violência nem seja a da arma — verdadeira ou réplica —, mas a da consciência ferida quando percebe que entregou a própria confiança a quem jamais mereceu.


Ser assaltado com uma réplica de arma é experimentar o medo real diante de um perigo fabricado.


O coração dispara, o corpo obedece, a vida parece ficar por um fio — ainda que o gatilho jamais pudesse cumprir a ameaça.


A dor vem depois, quando se descobre que tudo foi sustentado por uma encenação.


Mas, ao menos ali, a vítima reconhece o agressor como tal e qual.


Já quando a manipulação acontece com a ajuda da Inteligência Artificial, o enredo é muito mais sutil.


Não há correria, não há gritos, não há mãos ao alto.


Há algoritmos, narrativas calculadas, recortes convenientes da realidade.


Há “políticos-influencers” que terceirizam argumentos, fabricam proximidades e simulam verdades com a precisão de quem sabe exatamente onde tocar para provocar aplausos — ou indignação.


A diferença mais perturbadora talvez esteja nisso: quem é assaltado dificilmente defende o agressor.


Mas quem é manipulado, muitas vezes, transforma o manipulador em mito.


E confunde-se quase tudo…
Dependência com lealdade.
Repetição com convicção.
Engajamento com consciência.
Autoritarismo com autoridade.
Arrogância com bravura…
E até Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão.


Os asseclas apaixonados não percebem que, ao terceirizarem o próprio juízo, tornam-se extensão da estratégia de quem os conduz.


E toda paixão cega tem prazo de validade: dura até o dia em que a realidade rompe o encanto.


Se esse despertar vier, pode ser doloroso.


Descobrir-se usado é como acordar no meio de um teatro vazio, percebendo que a plateia era figurante e o roteiro nunca foi seu.


Nesse instante, a paixão pode, sim, virar revolta.


Mas talvez haja um caminho mais nobre que a revolta: o da responsabilidade.


Não apenas contra quem manipulou, mas consigo mesmo — pela pressa em acreditar, pela comodidade de não questionar, pelo conforto de pertencer.


Porque, no fim, nenhuma tecnologia é mais poderosa do que a disposição humana em não pensar.


E nenhuma libertação é mais revolucionária do que reaprender a pensar por conta própria.”

𝗡𝗮̃𝗼 𝗵𝗮́ 𝗟𝗶𝗯𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘂𝗿𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲 𝗿𝗲𝘃𝗼𝗹𝘂𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗿𝗲𝗮𝗽𝗿𝗲𝗻𝗱𝗲𝗿 𝗮 𝗣𝗲𝗻𝘀𝗮𝗿 𝗣𝗼𝗿 𝗖𝗼𝗻𝘁𝗮 𝗣𝗿𝗼́𝗽𝗿𝗶𝗮.

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“No meio Polarizado, onde a Arrogância já virou Moda, já nem é ela que incomoda, mas a Concorrência.

Porque a arrogância, por si só, já deixou de ser defeito para virar linguagem. 

Ela se disfarça de opinião firme, de autenticidade, de coragem — e assim vai sendo aplaudida, compartilhada, replicada. 

O que antes afastava, hoje atrai. 

O que antes era visto como excesso, hoje é entendido como presença.

Mas o incômodo real não nasce da arrogância isolada. 

Ele surge quando ela encontra outra igual. 

Quando duas certezas absolutas se encaram, não para dialogar, mas para disputar território. 

Não para construir, mas para vencer. 

É aí que o ruído começa.

A concorrência de egos não produz luz — produz calor. 

E calor demais cega, desgasta e endurece. 

Cada lado acredita estar defendendo uma verdade, mas no fundo está apenas protegendo sua própria identidade, seu próprio lugar no mundo. 

Porque, em tempos assim, ceder parece fraqueza, ouvir parece rendição, e duvidar de si mesmo virou quase um pecado imperdoável.

Só que há algo silencioso se perdendo nesse processo: a capacidade de aprender. 

Quando tudo vira disputa, ninguém mais quer ser transformado — apenas confirmado. 

E sem transformação, não há crescimento, só repetição.

Talvez o verdadeiro ato de coragem hoje não seja a fala mais alta, mas a escuta profunda. 

Não se trata de sustentar a própria razão a qualquer custo, mas permitir que ela seja atravessada por outras perspectivas. 

Porque, no fim, a arrogância só sobrevive e reina onde o medo de não saber é maior do que a vontade de entender.

E nesse cenário, quem escolhe o caminho da humildade intelectual não se torna menor — se torna raro. 

E o raro, mesmo em silêncio, ainda pode mudar tudo.”

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“Às vezes, a pressa em comprar Verdade Aveludada é tão grande que os Apaixonados já nem se importam com a Embalagem.

E talvez seja justamente aí que mora o perigo mais silencioso do nosso tempo: não na mentira escancarada, mas na verdade que se deixa moldar ao toque — macia, confortável, ajustável aos desejos de quem a consome. 

Uma verdade que não exige esforço, que não confronta, que não pede revisão de rota. 

Apenas acolhe, embala e confirma.

Em meio à pressa, desaprendemos o valor do desconforto. 

Esquecemos que a verdade, quando genuína, raramente chega pronta para ser aceita; ela provoca, desloca e inquieta. 

Mas o espírito apressado não quer esse atrito — ele busca a suavidade de narrativas que caibam perfeitamente em suas certezas pré-fabricadas. 

E assim, pouco a pouco, a embalagem deixa de importar porque o conteúdo já foi previamente escolhido.

A polarização se alimenta exatamente desse hábito: não de discordar, mas de não querer sequer considerar. 

Cada lado constrói sua vitrine de Verdades Aveludadas, expostas com brilho suficiente para seduzir os que só desejam acreditar. 

E quem compra, não lê o rótulo — apenas reconhece o que já sente.

Nesse cenário, a manipulação já nem precisa ser sofisticada; basta ser conveniente. 

Não é necessário esconder a incoerência, apenas envolvê-la em familiaridade. 

Afinal, quando a emoção se antecipa à razão, qualquer embalagem parece suficiente — desde que o conteúdo não ameace o conforto de quem o consome.

Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja encontrar a Verdade, mas reaprender a desacelerar diante dela. 

Ter a coragem de examinar o que nos agrada com o mesmo rigor que aplicamos ao que rejeitamos. 

Porque, no fim, não é a embalagem que define o valor do que compramos — é a disposição de encarar o que há dentro, mesmo quando já não é tão macio quanto gostaríamos.”

Não são os manipuladores que se aperfeiçoaram, são os manipuláveis que retrocederam.

Valter Bitencourt Júnior photo
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“O curioso não são soldados do exército pintando meio-fio, mas isso incomodar só os especialistas de uma guerra só: a Palavrosa.

Porque há algo profundamente revelador no tipo de indignação que escolhemos cultivar.

Não é a fome que escandaliza.

Nem é o abandono.

E nem é a corrupção cotidiana que envelhece o país antes do tempo.

O que incomoda é a estética da simplicidade.

Um homem com enxada parece digno. 

Um operário com uniforme parece digno. 

Um gari varrendo rua parece digno. 

Mas um soldado limpando praça ou pintando meio-fio vira símbolo de humilhação nacional para quem aprendeu a confundir utilidade com discurso.

Talvez porque a guerra palavrosa precise desesperadamente parecer mais importante do que é.

Existe uma elite emocional que vive da liturgia da crítica. 

Não produz ponte, não recolhe lixo, não organiza fila, não constrói muro, não protege fronteira, não assenta tijolo — mas comenta tudo como se governasse o universo pela força do vocabulário rebuscado. 

E, quando vê alguém executando uma tarefa simples, concreta e visível, reage com ironia, porque o concreto expõe a esterilidade do excesso de abstração.

Há gente que prefere um país perfeitamente teorizado e completamente abandonado a um país imperfeito, mas funcionando.

A tragédia moderna talvez esteja nisso: transformamos toda ação em símbolo, ideologia e todo símbolo em guerra moral. 

Já não perguntamos se algo ajuda, organiza, melhora ou serve. 

Perguntamos apenas se aquilo alimenta a narrativa que escolhemos.

E assim, pintar um meio-fio deixa de ser manutenção urbana e vira tese acadêmica improvisada.

Enquanto isso, o país real continua existindo longe dos debates performáticos.

Porque o país real pega ônibus cedo…

Troca de turno.

Limpa-chão.

Carrega peso.

Conserta rede elétrica.

Desentope outras.

Entrega comida.

Bate continência.

E, no fim do dia, entende uma verdade silenciosa que os sacerdotes da guerra palavrosa raramente suportam admitir:

Toda civilização depende muito mais de quem faz do que de quem só tenta diminuir quem fez.”

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“A moeda mais poderosa na política do espetáculo é o ruído que mantém a paixão e o aluguel das cabeças dos asseclas e ainda movimenta os algoritmos.

Ela banca dois amantes do barulho constante: a cabeça vazia e o algoritmo.

Já não importa a profundidade do debate, a coerência das ideias ou a honestidade das intenções.

O que sustenta o teatro contemporâneo é a capacidade de produzir barulho suficiente para impedir o silêncio que oportuniza a reflexão.

O ruído virou ativo político, combustível emocional e mecanismo de controle.

Na política do espetáculo, a indignação é industrializada.

Cria-se um inimigo por semana, uma crise por dia e um escândalo por hora…

Não para resolver problemas, mas para manter plateias permanentemente excitadas, cansadas e incapazes de distinguir realidade de encenação.

Afinal, quem pensa demais começa a perceber as contradições do roteiro.

Os asseclas apaixonados, muitas vezes sem perceber, alugam as próprias consciências em troca do pertencimento.

Passam a defender narrativas como quem protege a própria identidade.

E quando a identidade depende da manutenção do conflito, qualquer tentativa de ponderação vira ameaça.

O pensamento crítico deixa de ser virtude e passa a ser tratado como traição.

Enquanto isso, os algoritmos recompensam exatamente aquilo que degrada o debate público: exagero, simplificação, raiva e histeria.

O conteúdo que mais divide é o que mais circula.

Não porque seja verdadeiro, mas porque captura atenção.

E atenção, hoje, em meio a tanta carência, vale muito mais do que a verdade.

Nesse cenário, muitos líderes deixam de governar para performar.

Precisam permanecer em evidência constante, alimentando torcidas emocionais que já não exigem soluções concretas, apenas novos capítulos da guerra simbólica.

O problema deixa de ser a pobreza, a corrupção, a violência ou a desigualdade…

E passa a ser perder o controle da narrativa.

Talvez a maior tragédia desse modelo seja transformar cidadãos em audiência e democracia em entretenimento.

Porque quando a política vira espetáculo permanente, o país inteiro passa a viver entre aplausos automáticos, vaias previsíveis e distrações cuidadosamente calculadas.

E, no meio de tanto ruído, a lucidez se torna quase um ato de resistência.”