Enéas Carneiro (1938–2007)
Em entrevista à Revista Isto É http://web.archive.org/20070312050202/br.geocities.com/eneaspresidente/istoe.html, no dia 13/05/98
Enéas Carneiro (1938–2007)
Em entrevista à Revista Isto É http://web.archive.org/20070312050202/br.geocities.com/eneaspresidente/istoe.html, no dia 13/05/98
“Se você sente solidão quando a sós, está em má companhia.”
Jean Paul Sartre (1905–1980) Filósofo existencialista, escritor, dramaturgo, roteirista, ativista político e crítico literário francês
“Citação: ato de repetir de modo errado as palavras alheias.”
Ambrose Bierce (1842–1914)
Variante: Citação: ato de repetir de maneira errada as palavras alheias.
“A morte de uma pessoa é uma tragédia; a de milhões, uma estatística.”
Josef Stalin (1879–1953) secretário geral do Partido Comunista da União Soviética
Variante: A morte de uma pessoa é uma tragédia. A de milhões, uma estatística.
“De Deus e da morte não se tem contado senão histórias, e esta é mais uma delas.”
José Saramago livro As Intermitências da Morte
As Intermitências da Morte
José Saramago (1922–2010) escritor português
... ] "Tem razão, senhor filósofo, é para isso mesmo que nós existimos, para que as pessoas levem toda a vida com o medo pendurado ao pescoço e, chegada a sua hora, acolham a morte como uma libertação," [... ] "Não foi o que nos habituaram a ouvir, Algo teriamos que dizer para tornar atractiva a mercadoria, Isso quer dizer que em realidade não acreditam na vida eterna, Fazemos de conta.
“Sentir como uma perda irreparável o acabar de cada dia. Provavelmente, é isto a velhice.”
José Saramago livro Cadernos de Lanzarote
"Cadernos de Lanzarote", 7 de Julho [de 1994]
“A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste.”
José Saramago livro As Intermitências da Morte
As Intermitências da Morte
“O destino embaralha as cartas, e nós jogamos.”
Arthur Schopenhauer (1788–1860) filósofo alemão
Das Schicksal mischt die Karten, und wir spielen
Arthur Schopenhauers handschriftlicher Nachlass: Aus den auf der Königlichen Bibliothek in Berlin verwahrten Manuskriptbüchern, Volume 4, página 523, Arthur Schopenhauer - Reclam, 1892
“O que mais me amedronta na vida não é a doença e nem a morte, é a negligência humana.”
Fonte: Pensamento de Osvald Doni/ Facebook.