Frases de Paulo Coelho

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Paulo Coelho

Data de nascimento: 24. Agosto 1947
Outros nomes: Pablo Coelho

Paulo Coelho de Souza é um escritor, letrista e jornalista brasileiro. Foi vice-presidente da Fundação Cacique Cobra Coral entre 2004 e 2006. Sua obra O Alquimista é o livro brasileiro mais vendido de todos os tempos e é considerado um importante fenômeno literário do século XX.

Obras

O Alquimista
O Alquimista
Paulo Coelho
Brida
Brida
Paulo Coelho
Onze Minutos
Onze Minutos
Paulo Coelho
Adultério
Adultério
Paulo Coelho
As Valkírias
As Valkírias
Paulo Coelho
Maktub
Maktub
Paulo Coelho
O Zahir
O Zahir
Paulo Coelho
O Monte Cinco
O Monte Cinco
Paulo Coelho

„O mundo está nas mãos daqueles que tem coragem de sonhar, e correr o risco de viver seus sonhos.“

—  Paulo Coelho

Palavras essenciais - Página 17, Paulo Coelho - Vergara e Riba Editoras Ltda, 2001, ISBN 8587213156, 9788587213150 - 104 páginas
Por obra, Palavras essenciais

„Se você não acorda cedo, nunca conseguirá ver o sol nascendo. Se você não reza, embora Deus esteja sempre perto, você nunca conseguirá notar sua presença.“

—  Paulo Coelho

Variante: Se você não acorda cedo, nunca conseguirá ver o sol nescendo. Se você não reza, embora Deus esteja sempre perto, você nunca conseguirá notar sua presença.

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„A linguagem de seu coração é que irá determinar a maneira correta de descobrir e manejar a sua espada.“

—  Paulo Coelho, livro O Diário de um Mago

"O diário de um mago" - Página 93, de Paulo Coelho - Publicado por Rocco, 1998 ISBN 853250034X, 9788532500342
Por obra, O Diário de um Mago

„No Bom Combate, atacar ou fugir fazem parte da luta. O que não faz parte da luta é ficar paralisado de medo.“

—  Paulo Coelho, livro O Diário de um Mago

"O diário de um mago" - Página 130, de Paulo Coelho - Publicado por Rocco, 1998 ISBN 853250034X, 9788532500342 - 246 páginas
Por obra, O Diário de um Mago

„Era uma vez um pássaro. Adornado com um par de asas perfeitas e plumas reluzentes, coloridas e maravilhosas. Enfim, um animal feito para voar livre e solto no céu, e alegrar quem o observasse.
Um dia, uma mulher viu o pássaro e apaixonou-se por ele. Ficou a olhar o seu voo com a boca aberta de espanto, o coração batendo mais rapidamente, os olhos brilhando de emoção. Convidou-o para voar com ela, e os dois viajaram pelo céu em completa harmonia. Ela admirava, venerava, celebrava o pássaro.

Mas então pensou: talvez ele queira conhecer algumas montanhas distantes! E a mulher sentiu medo. Medo de nunca mais sentir aquilo com outro pássaro. E sentiu inveja, inveja da capacidade de voar do pássaro.

E sentiu-se sozinha.
E pensou: “vou montar uma armadilha. Da próxima vez que o pássaro surgir, ele não partirá mais.”

O pássaro, que também estava apaixonado, voltou no dia seguinte, caiu na armadilha, e foi preso na gaiola.

Todos os dias ela olhava o pássaro. Ali estava o objecto da sua paixão, e ela mostrava-o ás suas amigas, que comentavam: “Mas tu és uma pessoa que tem tudo.” Entretanto, uma estranha transformação começou a processar-se: como tinha o pássaro, e já não precisava de o conquistar, foi perdendo o interesse. O pássaro sem puder voar e exprimir o sentido da sua vida, foi definhando, perdendo o brilho, ficou feio – e a mulher já não lhe prestava atenção, apenas prestava atenção á maneira como o alimentava e como cuidava da sua gaiola.

Um belo dia o pássaro morreu. Ela ficou profundamente triste, e passava a vida a pensar nele. Mas não se lembrava da gaiola, recordava apenas o dia em que o vira pela primeira vez, voando contente entre as nuvens.
Se ela se observasse a si mesma, descobriria que aquilo que a emocionava tanto no pássaro era a sua liberdade, a energia das asas em movimento, não o seu corpo físico.
Sem o pássaro a sua vida também perdeu o sentido, e a morte veio bater á sua porta. “Por que vieste?” perguntou á morte. “Para que possas voar de novo com ele nos céus”, respondeu a morte. “Se o tivesses deixado partir e voltar sempre, amá-lo-ias e admirá-lo-ias ainda mais; porém, agora precisas de mim para puderes encontrá-lo de novo.“

—  Paulo Coelho, livro Onze Minutos

Eleven Minutes

„A única chance que uma tragédia nos dá: a de reconstruir nossa vida.“

—  Paulo Coelho

O Monte Cinco - página 158, Paulo Coelho - Objetiva, 1996, ISBN 8573020954, 9788573020953 - 280 páginas
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