Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠⁠Se não nos acautelarmos com o que consumimos, nos transformarão num Amontoado daquilo que nem sequer existiu.


Às vezes, o que nos ocupa por dentro não passa de um monte de coisas que nunca existiram de verdade.


Medos condimentados demais.


Opiniões mal passadas.


Vontades fabricadas em linha de produção emocional.


Informações que engolimos sem mastigar — e que, depois, fazem morada, como se tivessem sido escolhidas a dedo.


O perigo não está no que consumimos com a boca, mas no que consumimos com a mente.


É ali que mora a grande armadilha: transformar-se em um amontoado de ideias alheias, desejos plantados, certezas embaladas a vácuo.


E, quando percebemos… já não sabemos mais o que pensamos, apenas repetimos o que nos alimentou.


Por isso, é preciso cautela.


Porque o mundo oferece banquetes para todos os gostos, mas quase nenhum deles nutre.


Quase todos apenas enchem.


E o excesso, quando não serve para fortalecer, deforma.


No fim, somos aquilo que digerimos — não aquilo que só engolimos.”

Última atualização 19 de Novembro de 2025. História

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“Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga.”

On avale à pleine gorgée le mensonge qui nous flatte, et l'on boit goutte à goutte une vérité qui nous est amère
"Le Neveu de Rameau" in: "Œuvres inédites: Le neveu de Rameau. Voyage de Hollande"‎ - Página 76 http://books.google.com.br/books?id=P6cGAAAAQAAJ&pg=PA76, Denis Diderot - J.L.J. Brière, 1821 - 388 páginas

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“Na era do iTunes e da Amazon, a ideia de gostar de algo é secundário. Não consumimos cultura porque gostamos, mas porque está lá.”

Irvine Welsh (1958)

Ao ser indagado sobre o que gosta de ler ou ouvir, em entrevista de 2012.
Depoimentos/Entrevistas, Sua vida
Fonte: VICTOR, Fabio. "Autor segue na trilha de 'Trainspotting'", Folha de São Paulo, 11 de junho de 2012. Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/47984-autor-segue-na-trilha-de-trainspotting.shtml>. Acesso em 21 de março de 2014.

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“O medo do perigo é mil vezes pior do que o perigo real.”

Daniel Defoe (1660–1731) escritor inglês conhecido pela sua obra "Robinson Crusoé"

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