“O homem necessita de uma vida simbólica… Mas não temos vida simbólica. Acaso vocês dispõem de um canto em algum lugar de suas casas onde realizam ritos, como acontece na Índia? Mesmo as casas mais simples daquele país têm pelo menos um canto fechado por uma cortina no qual os membros da família podem viver a vida simbólica, podem fazer seus novos votos ou meditar. Nós não temos isso. Não temos tempo, nem lugar. Só a vida simbólica pode exprimir a necessidade do espírito - a necessidade diária do espírito, não se esqueçam! E como não dispõem disso, as pessoas jamais podem libertar-se desse moinho - dessa vida angustiante, esmagadora e banal em que as pessoas são 'nada senão'.”
Ego e Arquétipo.
Citações relacionadas
Pierre Weil (1924–2008)
"A Revolução Silenciosa" - página 106, Publicado por Editora Pensamento, ISBN 8531505844, 9788531505843
Jorge Majfud (1969)
La relación que en nuestro tiempo nos une con el Dinero es del todo abstracta. En eso se parece nuestra sociedad a la del Medioevo: tememos a un ente simbólico e invisible, como hace mil años los hombres temían a Dios. Los valores de las bolsas cambian sin nuestra participación. Entre los valores y nosotros existe una teología del dinero llamada “economía” que, por lo general, se encarga de explicar racionalmente algo que no tiene más razón que poder simbólico.<br> "Teología del dinero" http://www.bitacora.com.uy/articulos/2002/noviembre/98/98general.htm Bitácora, diario La República de Uruguay (13 de noviembre de 2002)
Francis Schaeffer (1912–1984)
Most of the paintings of the crucifixion today, for example, Salvador Dali's, are not of Christ dying on the cross in history. They are using the Christ symbol to exhibit Man in agony.
The God who is there: speaking historic Christianity into the twentieth century - página 100, Francis August Schaeffer - Inter-varsity Press, 1968, ISBN 0877847118, 9780877847113 - 191 páginas