Diogo Mainardi: Citações em tendência

Frases em tendência de Diogo Mainardi · Leia as últimas citações e frases curtas na coleção
Diogo Mainardi: 67 citações13 Curtidas

“Eu sempre digo que, se todos os brasileiros concordam com algo, significa que esse algo só pode estar muito errado.”

Diogo Mainardi

no artigo "O Olaria somos nós"; Revista Veja http://veja.abril.com.br/190203/mainardi.html; Edição 1 790 - 19 de fevereiro de 2003

“A avacalhação sexual foi a única contribuição brasileira para a história da humanidade. Agora os americanos querem nos privar dessa conquista. Abaixo os americanos.”

Diogo Mainardi

no artigo "O que é isso, Bush? "; Revista Veja http://veja.abril.com.br/220502/mainardi.html; Edição 1 752 - 22 de maio de 2002

“Não existe preto, branco nem amarelo. Ou dividimos a humanidade em mais de mil etnias e línguas, ou acabamos com a classificação por raças, admitindo que somos todos parentes.”

Diogo Mainardi

no artigo "Fora, Zumbi!"; Revista Veja http://veja.abril.com.br/070503/mainardi.html; Edição 1 801 - 7 de maio de 2003

“O barroco brasileiro nunca foi nem será arte.”

Diogo Mainardi

no artigo "Santos ridículos"; Revista Veja http://veja.abril.com.br/270601/mainardi.html; Edição 1 706 - 27 de junho de 2001

“De fato, o site oficial do Exército Brasileiro reconstrói da seguinte maneira nosso último golpe militar. 'Eufórico, o povo vibrou nas ruas com a prevalência da democracia, restabelecida com a vitória do movimento de março de 1964.”

Diogo Mainardi

Um curioso conceito de democracia.&quot; <br class="br">no artigo &quot;A nossa bandeira&quot;; Revista Veja http://veja.abril.com.br/260602/mainardi.html; Edição 1 757 - 26 de junho de 2002

“É bom desconfiar de quem se diz patriota. Assim como é bom desconfiar de quem se diz democrático. Aliás, desconfie de tudo.”

Diogo Mainardi

no artigo &quot;A nossa bandeira&quot;; Revista Veja http://veja.abril.com.br/260602/mainardi.html; Edição 1 757 - 26 de junho de 2002

“Até outro dia, meu filho só comia lendo seus livros. Agora ele prefere ver minha sobrinha cantar e dançar em cima da mesa, imitando Wanessa Camargo. Estamos todos perdidos.”

Diogo Mainardi

no artigo &quot;Meu amor por Ninoca&quot;; Revista Veja http://veja.abril.com.br/290103/mainardi.html; Edição 1 787 - 29 de janeiro de 2003

“Todo mundo fala mal de políticos.”

Diogo Mainardi

no artigo &quot;Mande-me sua lista&quot;; Revista Veja http://veja.abril.com.br/240500/mainardi.html; Edição 1 650 -24/5/2000

“Claro que ninguém ama São Paulo. Claro que não há o que festejar. São Paulo é inabitável. E continua a piorar.”

Diogo Mainardi

no artigo &quot;O que eu faria em São Paulo&quot;; Revista Veja http://veja.abril.com.br/230703/mainardi.html; Edição 1812 . 23 de julho de 2003

“A gente gosta de pobres. A gente gosta tanto deles que nunca pensou em torná-los menos pobres. A gente gosta de votar em pobres, de reclamar de pobres, de escrever sobre pobres.”

Diogo Mainardi

no artigo &quot;Pobre é bom negócio&quot;; Revista Veja http://veja.abril.com.br/140704/mainardi.html; Edição 1862 . 14 de julho de 2004

“Lutar pelos pobres, no Brasil, é sempre um bom negócio.”

Diogo Mainardi

no artigo &quot;Pobre é bom negócio&quot;; Revista Veja http://veja.abril.com.br/140704/mainardi.html; Edição 1862 . 14 de julho de 2004

“O maior problema do Brasil é o gigantismo do estado.”

Diogo Mainardi

no artigo &quot;Pobre é bom negócio&quot;; Revista Veja http://veja.abril.com.br/140704/mainardi.html; Edição 1862 . 14 de julho de 2004

“Lula é uma espécie de bispo Edir Macedo da política.”

Diogo Mainardi

no artigo &quot;Petista à força&quot;; Revista Veja http://veja.abril.com.br/170903/mainardi.html; Edição 1820 . 17 de setembro de 2003

“A ambição é conceber uma verdade irrefutável, universal, eterna, de sabor bíblico, resumindo o dogma literário a uma única sentença, simples e linear: Quando a literatura não mata a humanidade, é a humanidade a matar a literatura.”

Diogo Mainardi

Polígono das secas; Por Diogo Mainardi; Publicado por Companhia das Letras, 1995; ISBN 8571645078, 9788571645073; 118 páginas
Polígono das Secas

“Cada um tem a corte que merece. E cada um tem a vida que merece.”

Diogo Mainardi

A Tapas e Pontapés