„SONETO LXX
Se te censuram, não é teu defeito,
Porque a injúria os mais belos pretende;
Da graça o ornamento é vão, suspeito,
Corvo a sujar o céu que mais esplende.
Enquanto fores bom, a injúria prova
Que tens valor, que o tempo te venera,
Pois o Verme na flor gozo renova,
E em ti irrompe a mais pura primavera.
Da infância os maus tempos pular soubeste,
Vencendo o assalto ou do assalto distante;
Mas não penses achar vantagem neste
Fado, que a inveja alarga, é incessante.
Se a ti nada demanda de suspeita,
És reino a que o coração se sujeita.“

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„O tempo é roído por vermes cotidianos. As vestes poeirentas de nossos dias, cabe a ti, juventude, sacudi-las.“

—  Vladimir Mayakovsky 1893 - 1930

citado em "Princípios", Edições 23-27, Editora Anita Garibaldi, 1992
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„A verdade é que não te amo com os meus olhos que veem em ti mil defeitos; Mas com o meu coração que ama o que os olhos desprezam.“

—  William Shakespeare dramaturgo e poeta inglês 1564 - 1616

Variante: A verdade é que não te amo com meus olhos que descobrem em ti mil defeitos, mas com meu coração, que ama o que os olhos desprezam.

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