“Aquilo cuja existência pudesse ser demonstrada não seria nem poderia ser Deus.”
Gabriel Marcel (1889–1973) dramaturgo e filósofo de França
Fonte: http://www.caras.uol.com.br - 12 de novembro de 2009 - EDIÇÃO 836 - Citações http://caras.uol.com.br/citacoes/edicoes/836/para-mim-a-existencia-eterna-de-minha-alma-e-demonstrada-por-minha-ideia-de-atividade-se-eu-trabalhar-incessantemente-ate-minha-morte-a-natureza-estara-fadada-a-me-conceder-outra-forma-de-existencia-quando-a-atual-nao-mais-puder-sustentar-o-meu-espirito/
“Aquilo cuja existência pudesse ser demonstrada não seria nem poderia ser Deus.”
Gabriel Marcel (1889–1973) dramaturgo e filósofo de França
“Ela forçou dentro de mim sua existência”
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
“Só como fenômeno estético a existência e o mundo aparecem eternamente justificados.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
“A aprendizagem decorre ao longo de uma existência inteira. Somos eternos aprendizes.”
reiki universal, Johnny de' Carli, citações, aprendiz
Maximilien Robespierre (1758–1794) político francês
Si l'existence de Dieu, si l'immortalité de l'âme n'étaient que des songes, elles seraient encore la plus belle conception de l'esprit humain. <br class="br">Oeuvres ... avec une notice historique ... - Volume 3, Página 623 http://books.google.com.br/books?id=AsZCAAAAYAAJ&pg=RA1-PA623, Maximilien Robespierre - Chez l'éditeur, 1840
“A vida não é confirmada pelo significado da alma, há uma existência acidental”
Rasputin (1869–1916) Místico russo
Жизнь, не подтвержденная смыслом души, есть случайное существование
Собрание сочинений в трех томах - Página 445, Валентин Григорьевич Распутин - "Молодая гвардия", 1994, ISBN 5235022270, 9785235022270 - 493 páginas
“As paixões humanas, como as formas da natureza, são eternas.”
Léon Bourgeois (1851–1925) político francês
Les passions humaines, comme les forces de la nature, sont éternelles.
L'oeuvre de la Société des nations (1920-1923) - Página 442, de Léon Bourgeois, Léon Victor Auguste Bourgeois - Publicado por Payot, 1923 - 456 páginas