Pierre Loti foi um escritor e oficial da marinha francês. O seu nome de batismo era Louis Marie Julien Viaud. Foi membro da Academia Francesa desde 1891. Foi sepultado, com um funeral com honras de estado, na Ilha de Oléron. A sua casa em Rochefort foi transformada num museu.
Uma grande parte da sua obra literária de Loti é autobiográfica e os seus romances foram inspirados nas suas viagens de marinheiro, como por exemplo ao Taiti para Le Mariage de Loti , de 1882, ao Senegal para Roman d’un spahi, de 1881, ou ao Japão para Madame Chrysanthème . Durante toda a sua vida foi fortemente atraído pela Turquia, onde o fascinava sobretudo a importância dada à sensualidade, principalmente à sensualidade feminina, algo que é ilustrado notavelmente no seu primeiro romance, Aziyadé, de 1879, e na sua sequela de 1892 Fantôme d’Orient.
Pierre Loti explorou igualmente o exotismo regional em algumas das suas obras mais conhecidas, como a Bretanha em Mon frère Yves ou Pêcheur d'Islande , e o País Basco em Ramuntcho . Wikipedia
✵ 14. Janeiro 1850 – 10. Junho 1923