Frases sobre deserto
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“Meu desejo mais profundo é semear sementes no deserto. Reverter os desertos é semear no coração das pessoas.”

Masanobu Fukuoka (1913–2007)

My ultimate dream is to sow seeds in the desert. To revegetate the deserts is to sow seed in people&#x27;s hearts. <br class="br">The Road Back to Nature, tradução para o inglês por Frederic P. Metreaud, Japan Publications, 1987 - 377 páginas, p. 360 https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&amp;id=X28_AAAAYAAJ&amp;dq=editions%3ALd7_0W6J6FkC&amp;focus=searchwithinvolume&amp;q=%22My+ultimate+dream+is+to+sow+seeds+in+the+desert.+To+revegetate+the+deserts+is+to+sow+seed+in+people%27s+hearts.%22.

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“Os adolescentes, vivemos em parte por procuração, através de autores que amamos e que nos identificamos. Adultos, às vezes temos a impressão de que os livros que uma vez não deixou a nossa mesa de cabeceira que são mais necessários, que nos esquecemos deles e voar por conta própria; imitar esse monge que, depois de vinte anos de entrar de dia e noite lendo, subiu uma manhã, distribuiu todos os livros que possuía, e fugiu para o deserto.”

Gabriel Matzneff (1936)

Adolescents, nous vivons en partie par procuration, à travers les auteurs que nous aimons et auxquels nous nous identifions. Adultes, nous avons parfois l'impression que les livres qui jadis ne quittaient pas notre table de chevet ne nous sont plus nécessaires ; que nous devons les oublier et voler de nos propres ailes ; imiter ce moine qui, après avoir passé vingt ans à s'adonner nuit et jour à la lecture, se leva un matin, distribua tous les livres qu'il possédait, et s'enfuit au désert.
Maîtres et complices, Gabriel Matzneff, éd. La Table ronde, 1999 (ISBN 2-7103-0897-5), p. 14
Maîtres et complices, 1994

Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠Meu Pai só permitiu a Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido os Lenços de Misericórdia.

Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.

A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.

Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.

Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.

Ainda que muitos que se acham infalivelmente fortes considerem fraqueza.

Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.

É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.

E Ele sabe disso.

Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.

Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.

Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.

Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.

Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.

Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.

Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.

São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.

Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.

Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!

Façamos Barulho!?!

Há quem pense que Deus só ouve palavras perfeitamente organizadas, discursos eloquentes ou orações longas.

Mas a história da fé sempre revelou outra verdade: o Céu reconhece sons que a Terra nem sempre consegue explicar.

As lágrimas silenciosas têm voz!

Elas denunciam a dor que a boca já não consegue traduzir.

Gritam quando o coração está cansado, quando a esperança parece pequena e quando a alma insiste em permanecer de pé, mesmo ferida.

E, se até esse silencioso barulho alcança os Céus, quanto mais a oração que nasce de um coração rendido e machucado.

Orar não é informar a Deus sobre aquilo que Ele desconhece.

Ele sabe de todas as coisas!

É declarar que, apesar das circunstâncias, continuamos acreditando que existe um Deus capaz de transformar o que parece impossível em testemunho, o deserto em caminho e a espera em propósito.

O mundo faz barulho para espalhar medo, desesperança e confusão.

A fé faz barulho para anunciar confiança, esperança e vida.

Cada oração sincera rompe o silêncio da resignação.

Cada joelho dobrado desafia a lógica da derrota.

Cada “amém” pronunciado com convicção ecoa muito além das paredes ou abismo onde foi dito.

Talvez o milagre que esperamos ainda não tenha acontecido porque estamos ouvindo mais o barulho do mundo do que o da nossa própria fé.

Então, que nossas orações sejam mais altas do que nossos medos.

Que nossa confiança fale mais forte do que nossas dúvidas.

E que nossa esperança nunca se cale diante das “impossibilidades”.

Porque, se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus… imagine o Barulho da Nossa Oração.

Façamos barulho!?!

O Céu continua nos ouvindo!

Amém?!?”

Alessandro Teodoro