Saúde e Doenças

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“São os professores, somente eles, quem libertam os povos e transformam as coletividades em verdadeiras nações.”

Mustafa Kemal Atatürk (1881–1938) marechal de campo e estadista revolucionário turco

Fonte: BLANCO VILLALTA, Kemal Ataturk, 7ª ed. Ediciones Agon: Buenos Aires, 1993

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“Não fujas dos sofrimentos, porque neles está a tua saúde.”

João da Cruz (1542–1591)

Atribuídas

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“Citação: ato de repetir de modo errado as palavras alheias.”

Ambrose Bierce (1842–1914)

Variante: Citação: ato de repetir de maneira errada as palavras alheias.

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“Cada vez que o homem escolhe seu compromisso e seu projeto com toda sinceridade e com toda lucidez, torna-se-lhe impossível preferir um outro.”

Jean Paul Sartre (1905–1980) Filósofo existencialista, escritor, dramaturgo, roteirista, ativista político e crítico literário francês

O existencialismo é um humanismo, pág. 79
O existencialismo é humanismo

William Shakespeare photo

“Ser ou não ser, eis a questão. O que é mais nobre para a alma? Sofrer as pedradas e as setas da fortuna ultrajosa ou tomar armas contra um mar de tribulações e, fazendo-lhes rosto, dar-lhes fim? Morrer… dormir… mais nada. Dizer que, por meio de um sono, acabamos com as angústias e com os mil embates naturais de que é herdeira a carne é um desfecho que se deve ardentemente desejar. Morrer… dormir… dormir! Sonhar talvez! Ah! Aqui é que está o embaraço. Pois que sonhos podem sobrevir naquele sono da morte depois de nos termos libertado deste bulício mortal? Eis o que nos obriga a fazer pausa; eis a reflexão de que procede a calamidade de uma vida tão longa. Com efeito, quem suportaria os açoites e os escárnios desta época, a injustiça do opressor, a contumélia do orgulhoso, os tormentos do amor desprezado, as dilações da lei, a insolência do poder e os maus tratos que o mérito paciente recebe de criaturas indignas, podendo com um simples punhal outorgar a si mesmo tranquilidade? Quem quereria sopesar o fardo, gemer e suar debaixo de uma vida pesadíssima, se o temor dalguma coisa depois da morte - o desconhecido país de cujas raias nenhum viajante ainda voltou - não enleasse a vontade e não fizesse antes padecer os males que temos, do que voar para outros que ignoramos? Assim, a consciência torna-nos a todos covardes; assim o fulgor natural da resolução é amortecido pelo pálido clarão do pensamento; e, assim, empresas enérgicas e de grande alcance torcem o caminho, e perdem o nome de ação.”

William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês

Hamlet

Olavo de Carvalho photo
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“As religiões, todas elas, por mais voltas que lhes dermos, não têm outra justificação para existir que não seja a morte, precisam dela como do pão para a boca.”

José Saramago (1922–2010) escritor português

... ] "Tem razão, senhor filósofo, é para isso mesmo que nós existimos, para que as pessoas levem toda a vida com o medo pendurado ao pescoço e, chegada a sua hora, acolham a morte como uma libertação," [... ] "Não foi o que nos habituaram a ouvir, Algo teriamos que dizer para tornar atractiva a mercadoria, Isso quer dizer que em realidade não acreditam na vida eterna, Fazemos de conta.

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“Nem a juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe”

A Caverna
Variante: Nem a juventude sabe o que pode nem a velhice pode o que sabe.

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“Aviso chocante a uma nação estupefata: o a craseado não é nenhuma monstruosidade abominável, é apenas o feminino da contração "ao". É o equivalente de "aa", onde o primeiro "a" significa a preposição "a”

Olavo de Carvalho (1947) astrólogo brasileiro

ou "para") e o segundo o artigo definido "a". Quem quer que leve mais de dois segundos para entender isso e mais de três para aprender a aplicá-lo corretamente é um retardado mental incapacitado para o exercício da cidadania adulta. Deve ser imediatamente destituído de qualquer função pública e entregue aos cuidados do INSS antes que faça alguma besteira perigosa.

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