“Porque o único sentido oculto das cousas
É elas não terem sentido oculto”
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Poemas completos de Alberto Caeiro
Poemas completos de Alberto Caeiro
“Porque o único sentido oculto das cousas
É elas não terem sentido oculto”
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Poemas completos de Alberto Caeiro
“O único sentido íntimo das cousas
É elas não terem sentido íntimo nenhum.”
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Poemas completos de Alberto Caeiro