Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Texto Crítico das Odes de Fernando Pessoa – Ricardo Reis: Tradição Impressa Revista e Inéditos
Variante: Prefiro rosas, meu amor, à pátria,
E antes magnólias amo
Que a glória e a virtude.
Logo que a vida me não canse, deixo
Que a vida por mim passe
Logo que eu fique o mesmo.
Que importa àquele a quem já nada importa
Que um perca e outro vença,
Se a aurora raia sempre,
Se cada ano com a primavera
As folhas aparecem
E com o Outono cessam?
E o resto, as outras coisas que os humanos
Acrescentam à vida,
Que me aumentam na alma?
Nada, salvo o desejo de indif'rença
E a confiança mole
Na hora fugitiva.
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Texto Crítico das Odes de Fernando Pessoa – Ricardo Reis: Tradição Impressa Revista e Inéditos
“Outono é outra primavera, cada folha uma flor.”
Albert Camus (1913–1960)
citado em "Frases Geniais" - Página 343, Paulo Buchsbaum, 2004, Ediouro Publicações, ISBN 8500015330, 9788500015335440 páginas
Atribuídas
“Se nada nos salva da morte, pelo menos que o amor nos salve da vida.”
Pablo Neruda (1904–1973) Escritor
“Você pode conquistar qualquer coisa na vida, desde que não se importe com quem fique os créditos.”
Harry Truman (1884–1972) 33º presidente dos Estados Unidos da América
Iris Murdoch (1919–1999) escritora e filósofa irlandesa