„Mors Amor

Esse negro corcel, cujas passadas
Escuto em sonhos, quando a sombra desce,
E, passando a galope, me aparece
Da noite nas fantásticas estradas,

Donde vem ele? Que regiões sagradas
E terríveis cruzou, que assim parece
Tenebroso e sublime, e lhe estremece
Não sei que horror nas crinas agitadas?

Um cavaleiro de expressão potente,
Formidável, mas plácido, no porte,
Vestido de armadura reluzente,

Cavalga a fera estranha sem temor:
E o corcel negro diz: Eu sou a morte!
Responde o cavaleiro: Eu sou o Amor!“

Última atualização 18 de Janeiro de 2019. História

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„Cada brasileiro é um pouco rubro-negro. E a alegria rubro-negra não se parece com nenhuma outra, não sei se é mais funda ou mais dilacerada ou mais santa, só sei que é diferente.“

—  Artur da Távola 1936 - 2008

Nelson Rodrigues como citado por Artur da Távola; pronunciamento https://www25.senado.leg.br/web/atividade/pronunciamentos/-/p/texto/178347 no Senado, 05/12/1995

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„A porta do tenebroso inferno fica aberta noite e dia.“

—  Virgilio poeta romano clássico, autor de três grandes obras da literatura latina -70 - -19 a.C.

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„Ah o amor… que nasce não sei onde, vem não sei como, e dói não sei porquê.“

—  Camões

Variante: Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.

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„[Ah o amor…] que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.“

—  Luís Vaz de Camões poeta português 1524 - 1580

Lyric poetry, Não pode tirar-me as esperanças

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„Sem Angola, não há negros e sem negros não há Pernambuco.“

—  Padre Antônio Vieira 1608 - 1697

Sobre a necessidade de retomar os entrepostos portugueses de escravos na África, naquele momento sob controle holandês.
Carta do Pe. Antônio Vieira ao marquês de Niza, 12 de agosto de 1648, citada por Silva, Leonardo Dantas, "Alguns documentos para história da escravidão", Fundaj, Editora Massangana, Recife, 1988, p. 8; citado em "Família, mulher, sexualidade e Igreja na história do Brasil: ; Por Maria Luiza Marcílio; Colaborador Maria Luiza Marcílio; Publicado por Edicoes Loyola, 1993; ISBN 851500724X, 9788515007240; 203 páginas; http://books.google.com.br/books?id=RpGPN8kv-a8C&pg=PA30&dq=Sem+Angola,+n%C3%A3o+h%C3%A1+negros+e+sem+negros+n%C3%A3o+h%C3%A1+Pernambuco.&lr=, página 30.

„Ele é negro? Ele é só exteriormente. Eu não considero ele negro. Se ele for negro, ele é um negro de estimação dos brancos. Agora ele é negro, né? Depois de avacalhar todo o movimento negro, ele quer ser negro, né?“

—  Rui Costa Pimenta jornalista e político brasileiro 1957

Sobre Fernando Holiday, vereador pelo DEM e ativista do MBL
Fonte: Análise Política da Semana (Causa Operária TV) — 18 de março de 2017

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