“Agora posso olhar para ti em paz, não te como mais.”
Franz Kafka (1883–1924) Escritor austro-húngaro-tchecoslovaco
Para um peixe num aquário.
Atribuídas
Do Amoroso Esquecimento
Variante: DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
“Agora posso olhar para ti em paz, não te como mais.”
Franz Kafka (1883–1924) Escritor austro-húngaro-tchecoslovaco
Para um peixe num aquário.
Atribuídas
“O destino, como os dramaturgos, não anuncia as peripécias nem o desfecho.”
Machado de Assis (1839–1908) escritor brasileiro
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis
“Morte: que suave desfecho, se ao desfazer-se a vida a desfibração lenta não custasse tanto!”
Camilo Castelo Branco (1825–1890) escritor português