“Não por superstição (que o Flamengo nunca foi disso), mas por um precoce ardor nacionalista, seus primeiros dirigentes logo acabaram com aquela história de nomes gregos, como Pherusae Scyra, e incluíram uma cláusula pétrea nos estatutos, determinados do que as embarcações do clube tivesses nomes indíginas - item que até hoje é respeitado. Daí surgiram Tupi, a Irerê, a Timbira, a Itabira, a Ipiranga, a Juriti, a Aymoré, todas as outras.”
CASTRO, Ruy. Flamengo: O Vermelho e o Negro. Rio de Janeiro: Ediouro, 2013, p 35 e 36.
Tópicos
nacionalista, embarcação, história, grego, cláusula, disso, superstição, item, primeiro-ministro, logo, toda, nome, clube, outro, hoje, estatuto, dirigenteRuy Castro5
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