“Quando um político mente destrói a base da democracia.”
José Saramago (1922–2010) escritor português
The Conquest of Happiness (A Conquista da Felicidade), VI, 1930.
Original: Envy is the basis of democracy.
“Quando um político mente destrói a base da democracia.”
José Saramago (1922–2010) escritor português
Octavio Paz (1914–1998)
Octavio Paz, Zwiesprache. Essays zu Kunst und Literatur. [Ensaios sobre arte e literatura]. A partir do espanhol por Elke Wehr e Rudolf Wittkopf. Frankfurt am Main: Suhrkamp, 1984. S. 236 P. 236
“Base oito é exatamente igual a base dez, se você não tiver dois dedos.”
Tom Lehrer (1928)
Base eight is just like base ten, really— if you're missing two fingers.
Tom Foolery: The Words and Music of Tom Lehrer - Página 51, de Tom Lehrer, Cameron Mackintosh, Robin Ray - Publicado por S. French, 1986, ISBN 0573681430, 9780573681431 - 74 páginas
“A democracia de amanhã se prepara na democracia da escola.”
Célestin Freinet (1896–1966)
Fonte: Revista Nova Escola http://revistaescola.abril.com.br/especiais/pensadores/pdfs/celestin_freinet.pdf
Jorge Luis Borges (1899–1986) escritor argentino
citado em "Tempo e presença", Volume 22, Centro Ecumênico de Documentação e Informação - 2000
Atribuidas
“Todos os males da democracia se podem curar com mais democracia.”
Alfred Emanuel Smith (1873–1944)
All the ills of democracy can be cured by more democracy <br class="br">dito em Albany, New York, em 27 de junho de 1933; citado em "Political Visions and Illusions: A Survey and Christian Critique of Contemporary Ideologies" - Página 139 http://books.google.com.br/books?id=4elGv0rz-u4C&pg=PA139; de David Theodore Koyzis - Publicado por InterVarsity Press, 2003 ISBN 0830827269, 9780830827268 - 281 páginas
“O maravilhar-se é a base da adoração.”
Thomas Carlyle livro Sartor Resartus
Wonder [...] is the basis of worship <br class="br">Sartor Resartus: The life and opinions of Herr Teufelsdröckh in in three books: By Thomas Carlyle - Página 46 http://books.google.com.br/books?id=8nI5AAAAcAAJ&pg=PA46, Livro I, cap. XI, Thomas Carlyle - Chapman and Hall, 1831 - 228 páginas