Émile Durkheim: Sociedade

Émile Durkheim era Sociólogo francês. Explore frases interessantes em sociedade.
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“A educação tem por objetivo suscitar e desenvolver na criança estados físicos e morais que são requeridos pela sociedade política no seu conjunto.”

Émile Durkheim

Fonte: Revista Nova Escola, 166, out03 http://novaescola.abril.com.br/ed/166_out03/html/pensadores.htm

“A sociedade e cada meio social particular determinam o ideal que a educação realiza.”

Émile Durkheim

Fonte: Educar para Crescer - Os Pensadores da Educação http://educarparacrescer.abril.com.br/pensadores-da-educacao/emile-durkheim.shtml

“É fato social toda maneira de agir, fixa ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior; ou então ainda, que é geral na extensão de uma sociedade dada, apresentando existência própria, independente das manifestações individuais que possa ter.”

Émile Durkheim

&quot;Est fait social toute manière de faire, fixée ou non, susceptible d&#x27;exercer sur l&#x27;individu une contrainte extérieure, ou bien encore, qui est générale dans l&#x27;étendue d&#x27;une société donnée tout en ayant une existence propre, indépendante de ses manifestations individuelles.&quot; <br class="br">Verificadas <br class="br">Fonte: Las reglés de la méthode sociologique, 1895) <br class="br">Fonte: como citado em L&#x27;islam des jeunes : entre la contestation et la normalisation - Página 23 http://books.google.com.br/books?id=7Zcw-_vTLi4C&amp;pg=PA23, Editions Le Manuscrit, 2006, ISBN 2748170431, 9782748170436

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“(…) se, como se disse muitas vezes, o homem é duplo, é porque ao homem físico se sobrepõe o homem social. Ora, este último supõe necessariamente uma sociedade que ele exprime e à qual ele serve. Quando, ao contrário, ela vem a se desagregar, quando já não a sentimos viva e ativa em torno e acima de nós, o que há de social em nós se vê desprovido de todo fundamento objetivo. Já não é mais do que uma combinação artificial de imagens ilusórias, uma fantasia que um pouco de reflexão é suficiente para fazer desaparecer; nada, por com conseguinte, que possa servir como fim a nossos atos. E no entanto esse homem social é o homem civilizado inteiro; e ele que determina o valor da existência. Disso resulta nos faltarem razões de viver; pois a única vida podemos ter já não responde a nada na realidade, e a única ainda fundada no real já não responde a nossas necessidades. Porque fomos iniciados numa existência mais elevada, aquela com que a criança e o animal se contentam já não consegue nos satisfazer, e no entanto a primeira nos escapa e nos deixa desamparados. Portanto, não há nada mais a que nossos esforços possam se ater e temos a impressão de que eles se perdem no vazio. Nesse sentido é verdadeiro dizer que nossa atividade precisa de um objeto que a ultrapasse. Não é que ele nos seja necessário para nos manter na ilusão de uma imortalidade impossível; é que ele está implicado em nossa constituição moral e não pode ser subtraído, mesmo que em parte, sem que, na mesma medida, ela perca sua razão de ser. Não é preciso mostrar que, num tal estado de abalo, as menores causas de desencorajamento podem facilmente dar origem às resoluções desesperadas. Se não vale a pena viver a vida, tudo se torna pretexto para desvencilhar-se dela.”

Émile Durkheim

On Suicide: A Study in Sociology