Frases sobre vulnerabilidade

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da vulnerabilidade, idade, vida, tempo.

Frases sobre vulnerabilidade

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“Foi difícil, pois ser atriz é uma coisa que você tem que fazer com muita naturalidade. Não sabia que seria penoso assim, até começar o filme. Ter que levantar cedo e chorar por duas horas. Não é brincadeira. Também sou uma pessoa feliz, que teve uma criação positiva. Encontrar aquele grau de tormenta e vulnerabilidade não é fácil. Mas estava disposta a fazer o que fosse necessário. Mergulhei fundo mesmo. Depois desse filme, passei a ter o maior respeito por atores”

Beyoncé Knowles (1981) Cantora, compositora, produtora musical, dançarina e atriz dos Estados Unidos

Em resposta à pergunta “Como descreve sua experiência como atriz?”
Verificadas
Fonte: Revista Época.
Fonte: Entrevista com a cantora e atriz Beyoncé Knowles, MARCELO BERNARDES, Revista época http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EDG76340-5856,00.html,

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“⁠Muito mais assustadora que qualquer Enfermidade é a falta de Senso Coletivo,

sobretudo ao compartilhar espaços da Saúde Pública.

As dores não escolhem hora, idade, condição social ou crenças.

Elas chegam sem pedir licença e colocam lado a lado pessoas fragilizadas, assustadas e, muitas vezes, dependentes da compreensão alheia.

Em unidades hospitalares, onde a vulnerabilidade é uma condição comum a todos, o mínimo esperado deveria ser a consciência de que ninguém está ali por lazer.

O barulho inerente a qualquer doença, ainda que terminal, é permissão divina; o que se faz em volta dela é escolha humana.

O choro de uma criança, o sintoma barulhento da apneia do sono, o gemido de quem sente dor, a tosse persistente de um enfermo ou a angústia silenciosa de uma família fazem parte das muitas realidades da condição humana.

São manifestações que não obedecem à nossa vontade.

Mas a conversa em volume excessivo, a indiferença diante do sofrimento alheio, a falta de respeito com o descanso de quem luta para se recuperar e a incapacidade de perceber que o espaço é coletivo pertencem ao campo das escolhas.

Talvez um dos principais testes de civilidade não esteja nos grandes discursos sobre empatia, mas nos pequenos gestos praticados quando ninguém está nos observando.

Respeitar o silêncio de um hospital, moderar ou erradicar comportamentos inconvenientes e considerar a presença de pessoas fragilizadas são atitudes muito simples, porém reveladoras.

Demonstram que ainda conseguimos enxergar para além do próprio umbigo.

Uma sociedade se fortalece quando compreende que direitos individuais e responsabilidades coletivas caminham de mãos dadas.

Quando essa percepção desaparece, o desconforto causado pela falta de consideração pode se tornar ainda mais pesado do que a própria enfermidade — ainda que ela seja terminal.

Afinal, a doença atinge o corpo, mas a ausência de Senso Coletivo desgasta algo ainda mais profundo: a capacidade de convivermos como — e em — comunidade.

No fim, a verdadeira Saúde de um povo não se mede apenas pela qualidade dos seus hospitais ou pela eficiência e humanização dos seus tratamentos.

Ela também se revela na maneira como as pessoas Escolhem agir diante da fragilidade humana.

Porque a dor pode ser inevitável, mas a insensibilidade jamais.”

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“Para os que gozam do conforto gélido das arquibancadas, os que sangram na zona quente das arenas às vezes fracassam.

E talvez seja justamente esse fracasso que os diferencie.

Da arquibancada, a visão é mais ampla, segura e limpa.

Os erros parecem óbvios, as decisões parecem simples e os riscos parecem muito menores do que realmente são.

Quem só observa, muito raramente sente o peso da escolha, a vertigem da incerteza ou o custo de colocar a própria pele em jogo.

Já na zona quente das arenas, tudo é diferente.

O calor da disputa distorce certezas.

O medo divide espaço com a coragem.

A dúvida caminha lado a lado com a convicção.

E, por mais preparado que alguém esteja ou pareça, existe sempre a enorme possibilidade de cair.

Mas há uma verdade que a distância costuma esconder: fracassar tentando não é equivalente a jamais ter tentado.

Os que entram na arena carregam marcas que os espectadores não conhecem.

São cicatrizes de sonhos contrariados, de planos interrompidos, de esforços que não produziram os frutos esperados.

Ainda assim, cada uma dessas marcas testemunha algo valioso: houve entrega.

Houve movimento, houve vida acontecendo.

O mundo costuma celebrar os vencedores sem deixar de amplificar a voz dos críticos.

Porém, entre o aplauso e a crítica, existe um espaço silencioso onde amadurecem as pessoas que ousaram agir.

É nesse lugar que se aprende humildade sem submissão, resiliência sem endurecimento e coragem sem arrogância.

Talvez o fracasso mais triste não seja o de quem caiu lutando, mas o de quem passou a vida inteira protegido pelo frio da arquibancada, acumulando opiniões sobre batalhas que nunca teve coragem de enfrentar.

Porque, no fim, a arena cobra muito caro.

Ela exige esforço, invulnerabilidade e persistência.

Mas oferece algo que nenhuma arquibancada pode entregar: a possibilidade de descobrir quem somos quando as certezas acabam e apenas a coragem permanece.

Às vezes, os corredores hospitalares são os labirintos que conduzem à zona mais quente das arenas.”