„Os ciumentos não precisam de motivo para ter ciúme. São ciumentos porque são. O ciúme é um monstro que a si mesmo se gera e de si mesmo nasce.“

Última atualização 25 de Setembro de 2020. História
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dramaturgo e poeta inglês 1564 - 1616

Citações relacionadas

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„Como ciumento sofro quatro vezes: porque sou ciumento, porque me reprovo de sê-lo, porque temo que meu ciúme machuque o outro, porque me deixo dominar por uma banalidade: sofro por ser excluído, por ser agressivo, por ser louco e por ser comum.“

—  Roland Barthes 1915 - 1980

As a jealous man, I suffer four times over: because I am jealous, because I blame myself for being so, because I fear that my jealousy will wound the other, because I allow myself to be subject to a banality: I suffer from being excluded, from being aggressive, from being crazy, and from being common
A lover's discourse: fragments‎ - Página 146, Roland Barthes - Penguin, 1990 - 234 páginas

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„Despreza-se um homem que tem ciúmes da mulher, porque isso é testemunho de que ele não ama como deve ser, e de que tem má opinião de si próprio ou dela.“

—  René Descartes 1596 - 1650

On méprise un homme qui est jaloux de sa femme, parce que c'est un témoignage qu'il ne l'aime pas de la bonne sorte, et qu'il a mauvaise opinion de soi ou d'elle.
René Descartes como citado in: Supplement au Dictionnaire oeconomique: contenant divers moïens d'augmenter son bien, et de conserver sa santé. Tome Premier, página 439 https://books.google.com.br/books?id=WGVZAAAAYAAJ&pg=PA439, J. Cóvens & C. Mortier, 1740
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„Da raivosa paixão que resulta do ciúme, só os ciumentos podem falar adequadamente. E será que mesmo os que a padecem são capazes de explicá-la? Como a devem rotular: Loucura furiosa? Inferno confuso? Verdugo do coração?“

—  Francisco de Quevedo 1584 - 1645

De la rabiosa pasión de los celos, ¿quién podrá hablar sino ¿quien la padece? Y aunque la padezca, quien la podrá explicar, llamarla furiosa locura, confuso infierno, increíble verdugo del corazón?
Obras completas, Volume 1‎, Francisco de Quevedo - M. Aguilar, 1945

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„Não há nenhum ciúme do amor; o ciúme é só orgulho e egoísmo“

—  Severo Catalina 1832 - 1871

No hay celos de amor; no hay más que celos de orgullo y de egoísmo.
La mujer: apuntes para un libro - Página 79 http://books.google.com.br/books?id=0bBn4VXRmWcC&pg=PA79, Severo Catalina del Amo - A. de San Martin, 1861