„Não percebes que aquilo que para o homem é o princípio de todos os males, e da sua baixeza de alma, e da sua cobardia não é a morte, mas muito mais o temor da morte?“

—  Epiteto

Última atualização 18 de Janeiro de 2019. História

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„Para mim, simplicidade é a morte da alma“

—  Norman Hartnell 1901 - 1979

For me, simplicity is the death of the soul.
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„Se a vida precede a morte na seqüência do tempo, a morte precede a vida na seqüência da eternidade. A morte pode ser o fim da ilusão da vida, mas é o princípio da verdadeira vida, da vida imortal da alma.“

—  Charles François Gounod 1818 - 1893

C'est que, si dans l'ordre du temps, la Vie précède la Mort, dans l'ordre éternel c'est la Mort qui précède la Vie. La mort n'est que la fin de l'existence, c'est à dire ce que meurt chaque jour; elle n'est que la fin d'un mourir continuel, mais elle est le premier instant, et comme la connaissance de ce qui ne meurt pas.
citado em Charles Gounod: Sa Vie Et Ses Uvres - página 406 http://books.google.com.br/books?id=7tmuLwQn4NIC&pg=PA406, de Louis Pagnerre - BiblioBazaar, LLC, 2008, ISBN 0559579896, 9780559579899 - History - 440 páginas

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„Os males do corpo dão a ideia de condenações à morte da alma pela eternidade“

—  Marquês de Custine 1790 - 1857

Les maux du corps donnent l'idée de la mort, les peines de l'âme celles de l'éternité
"Mémoires et voyages ou lettres écrites à diverses époques, pendant des courses en Suisse, en Calabre, en Angleterre et en Ecosse"; Por Astolphe Louis Léonard de Custine, Astolphe de Custine, Custine, Astolphe, marquis de, 1790-1857; Publicado por A. Vezard, 1830 http://books.google.com.br/books?id=M7IUAAAAQAAJ; 905 páginas

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„É o temor da morte e da dor, a impaciência com o mal, uma furiosa e irreprimível sede de cura que nos cegam assim: é pura covardia o que torna nossa crença tão frouxa e manipulável.“

—  Michel De Montaigne, livro Ensaios

Montaigne, Os Ensaios, Uma Seleção (2010) http://www.blogdacompanhia.com.br/2010/11/os-ensaios-de-michel-de-montaigne/, Liv. II, Cap. XXXVII, p. 334, Org. M. A. Screech, Trad. Rosa Freire D'aguiar.
Ensaios, Livro 2

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