Guy Debord livro La société du spectacle
tese 1 de "A Sociedade do Espetáculo"; que corresponde a uma paráfrase da linhas iniciais de O Capital de Karl Marx:
Guy Debord foi um escritor marxista francês e um dos pensadores da Internacional Situacionista e da Internacional Letrista. Seus textos foram a base das manifestações do Maio de 68.
A Sociedade do Espetáculo é o trabalho mais conhecido de Guy Debord. Em termos gerais, as teorias de Debord atribuem a debilidade espiritual, tanto das esferas públicas quanto da privada, a forças econômicas que dominaram a Europa após a modernização decorrente do final da Segunda Grande Guerra.
Ele faz a crítica, como duas faces da mesma problemática, tanto ao espetáculo de mercado do ocidente capitalista quanto o espetáculo de estado do bloco socialista .
O que vemos é tentativa de mudanças no pensamento em relação a produção cultural vigente, ressaltou que é um ato de coragem executar um evento deste porte, mas vem em tempo oportuno, pois mudança similar a esta só foi vista há quinhentos anos no período renascentista com invenção da imprensa. Em tempos que a pesquisa ganhou um aliado forte com a internet, com apenas um clique podemos acessar o melhores acervos bibliográficos. Também ajuda a pensar como as redes sociais estão alterando a sensibilidade das pessoas, favorecendo a emergência de valores anticivilizatórios, explorados pela nova direita.No entanto, Guy Ernest Debord não é apenas um competente leitor de Marx. Em sua obra podemos encontrar também referências outras como Mikhail Bakunin ou Sigmund Freud. Sua obra A sociedade do Espetáculo é o resultado de uma série de debates e leituras acerca dos conceitos desenvolvidos por Marx. Debate este que tem recebido contribuições enriquecedoras de diversas pessoas e de diversas ações. Pessoas como Anselm Jappe e Robert Kurz.
O ponto central de sua teoria é que a alienação é mais do que uma descrição de emoções ou um aspecto psicológico individual. É a conseqüência do modo capitalista de organização social que assume novas formas e conteúdos em seu processo dialética de separação e reificação da vida humana. Como uma constituição moderna da luta de classes, o espetáculo é uma forma de dominação da burguesia sobre o proletariado e do espetáculo, sua lógica e sua história, sobre todos os membros da sociedade.
Ao desenvolver sua ideia da sociedade do espetáculo, retoma e aprofunda o conceito de Marx do fetiche de mercadorias.Debord constrói algumas estratégias que buscam resistir à alienação, como o cinema, os textos teóricos e a sua epistolografia, através da supressão ou derivação da realidade espetacular, destruindo os valores burgueses tal como a submissão ao mundo do trabalho. Em 30 de novembro de 1994, Guy Debord tirou a própria vida. Wikipedia

Guy Debord livro La société du spectacle
tese 1 de "A Sociedade do Espetáculo"; que corresponde a uma paráfrase da linhas iniciais de O Capital de Karl Marx:
“No mundo realmente revirado, o verdadeiro é um momento do falso.”
Guy Debord livro La société du spectacle
A Sociedade do Espetáculo; tese 9
Guy Debord livro La société du spectacle
DEBORD, Guy. A Sociedade do Espetáculo; tradução em Português www.terravista.pt/IlhadoMel/1540. Livro virtual do Projeto Periferia, Ed.2003. Disponível em http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/socespetaculo.pdf. p.20"
Guy Debord livro La société du spectacle
Fonte: The Society of the Spectacle
Guy Debord livro La société du spectacle
Fonte: The Society of the Spectacle
Guy Debord livro Comments on the Society of the Spectacle
Comments on the Society of the Spectacle (1988)
“Quotations are useful in periods of ignorance or obscurantist beliefs.”
Vol. 1, pt. 1.
Panegyric (1989)
Fonte: Society of the Spectacle
“Like lost children we live our unfinished adventures.”
Guy Debord livro La société du spectacle
Fonte: The Society of the Spectacle
“The more powerful the class, the more it claims not to exist.”
Guy Debord livro La société du spectacle
Fonte: The Society of the Spectacle
Guy Debord livro La société du spectacle
Fonte: Society of the Spectacle (1967), Ch. 1, sct. 4.
Fonte: The Society of the Spectacle
Fonte: Society of the Spectacle (1967), Ch. 8, sct. 207 (confer Comte de Lautréamont, Poésies II, 1870).
Fonte: Society of the Spectacle (1967), Ch. 7, sct. 168.
“We go about in the night and are consumed by fire.”
In girum imus nocte et consumimur igni
“Boredom is always counter-revolutionary. Always.”
The Bad Old Days Will End
The Incomplete Works of the Situationist International (Nov. 1963)
Our Immediate Tasks
Report on the Construction of Situations (1957)
Guy Debord livro Comments on the Society of the Spectacle
Comments on the Society of the Spectacle (1988)
Guy Debord livro Comments on the Society of the Spectacle
Comments on the Society of the Spectacle (1988)
About the Situationist International movement
Report on the Construction of Situations (1957)
Guy Debord livro Comments on the Society of the Spectacle
Comments on the Society of the Spectacle (1988)
Guy Debord livro Comments on the Society of the Spectacle
Fonte: Comments on the Society of the Spectacle (1988), Ch. 10.
Guy Debord livro Comments on the Society of the Spectacle
Comments on the Society of the Spectacle (1988)
Report on the Construction of Situations (1957)
Guy Debord livro Comments on the Society of the Spectacle
Of Marshall McLuhan’s notion of the “global village.”
Fonte: Comments on the Society of the Spectacle (1988), Ch. 12.
Our Immediate Tasks
Report on the Construction of Situations (1957)
About the Situationist International movement
Report on the Construction of Situations (1957)