Frases de Abade de Jazente

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Abade de Jazente

Data de nascimento: 6. Maio 1719
Data de falecimento: 20. Novembro 1789

Paulino António Cabral de Vasconcelos , melhor conhecido por Abade de Jazente, foi um poeta português. O pai era médico e, quando enviuvou, tomou ordens sacras, sendo nomeado Notário do Santo Ofício, no Porto por provisão de 1 de julho de 1735. Em 27 de abril de 1731, ainda menino, requereu Ordens Menores. Mais tarde, por volta de 1735, foi para Coimbra frequentar o curso de Cânones, tendo se formado “nemine discrepante”, em 17 de junho de 1741. Em 1748, foi nomeado Coadjutor do Abade de Jazente, Caetano de Azevedo Pereira, que estava doente. A abadia ficou vaga por morte deste, sendo posta a concurso em 10 de outubro de 1752. Paulino foi escolhido para abade da Igreja paroquial de Santa-Maria-de-Jazente, da comarca de Sobretâmega, a uma légua de Amarante e muito perto da sua terra natal, por despacho de 26 de outubro de 1752, de Dom Frei José Maria da Fonseca de Évora O.F.M., que era então Bispo do Porto. Em Jazente, foi proprietário rural e, de vez em quando, ia ao Porto, para fugir ao ambiente aldeão, frequentando o Paço Episcopal e gozando dos favores e da amizade do Bispo. Em 21 de janeiro de 1784, já bastante doente e forçado, passou a Abade resignatário e foi viver em Amarante, na então chamada “Rua da Portela” , tendo sua renda muito diminuída, passando a 195 réis anuais, que lhe eram pagos pelo seu sucessor em Jazente, o Abade José Luis de Queirós. Além de religioso, escreveu poesias.

É personagem do romance histórico Um motim de há cem anos, de Arnaldo Gama.



„Amor é um arder, que se não sente; É ferida, que dói, e não tem cura“

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