“Matamos o tempo; o tempo nos enterra.”
Machado de Assis livro Memórias Póstumas de Brás Cubas
Memórias póstumas de Brás Cubas, capítulo CXIX.
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas
Variante: Matamos o tempo; o tempo nos enterra.

Memórias Póstumas de Brás Cubas é um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princípio como folhetim, de março a dezembro de 1881, na Revista Brasileira, para, no ano seguinte, ser publicado como livro, pela então Tipografia Nacional.
“Matamos o tempo; o tempo nos enterra.”
Machado de Assis livro Memórias Póstumas de Brás Cubas
Memórias póstumas de Brás Cubas, capítulo CXIX.
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas
Variante: Matamos o tempo; o tempo nos enterra.
Machado de Assis livro Memórias Póstumas de Brás Cubas
Machado de Assis in: Memórias Póstumas de Brás Cubas, capítulo VI (1880)
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas
Variante: [Trecho do livro Memórias Póstumas de Brás Cubas] Creiam-me, o menos mal é recordar; ninguém se fie da felicidade presente; há nela uma gota da baba de Caim.
Machado de Assis livro Memórias Póstumas de Brás Cubas
"Memórias Póstumas de Brás Cubas" (1881), capítulo XXVII; veja (wikisource)
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas
“Suporta-se com paciência a cólica do próximo.”
Machado de Assis livro Memórias Póstumas de Brás Cubas
"Memórias Póstumas de Brás Cubas", capítulo CXIX; veja (wikisource)
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas
Variante: Suporta-se com muita paciência a dor no fígado alheio.
“Mas, ou muito me engano, ou acabo de escrever um capítulo inútil.”
Machado de Assis livro Memórias Póstumas de Brás Cubas
Memórias Póstumas de Brás Cubas
Machado de Assis livro Memórias Póstumas de Brás Cubas
Memórias póstumas de Brás Cubas, capítulo CXIX.
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas
Machado de Assis livro Memórias Póstumas de Brás Cubas
Memórias póstumas de Brás Cubas, capítulo CXIX.
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas