„Temo o homem de um só livro“

—  Cícero, Atribuídas, "Timeo hominem unius libri" citado por Paulin Limayrac, na obra "Revue des Deux Mondes", tome 7, 1844; "Revue littéraire".
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Cícero209
orador e político romano -106 - -43 a.C.
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Citações relacionadas

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„Não espero nada. Não temo nada. Sou livre“

—  Nikos Kazantzakis 1883 - 1957
Atribuídas, em grego: Δεν ελπίζω τίποτα. Δεν φοβούμαι τίποτα. Είμαι ελεύθερος citado em Tradução & comunicação - Edição 6 - Página 38, Associação Brasileira de Tradutores, Faculdade Ibero-Americano de Letras e Ciências Humanas (São Paulo, Brazil), 1985

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„Temo que os animais considerem o homem como um semelhante que se privou da razão animal sadia, como um animal no delírio, que ri e que chora, como um animal infeliz.“

—  Friedrich Nietzsche, livro A Gaia Ciência
Ich fürchte, die Tiere betrachten den Menschen als ein Wesen ihresgleichen, das in höchst gefährlicher Weise den gesunden Tierverstand verloren hat, — als das wahnwitzige Tier, als das lachende Tier, als das weinende Tier, als das unglückselige Tier. Die ewige Wiederkunft: Die fröhliche Wissenschaft. Dichtungen, página 189, Friedrich Wilhelm Nietzsche - Kröner, 1927 - 426 páginas

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„O escritor, homem livre que se dirige a homens livres só pode ter um tema --a liberdade.“

—  Jean Paul Sartre Filósofo existencialista, escritor, dramaturgo, roteirista, ativista político e crítico literário francês 1905 - 1980

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„Um homem livre é livre mesmo na mais escura das prisões.“

—  Leo Buscaglia 1924 - 1998
A free man is free even in the darkest prison. Love - Página 114, Leo F. Buscaglia - Fawcett Books, 1972, ISBN 0449234525, 9780449234525, 207 páginas

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„Eu detesto a violência e eis que estou me preparando para escrever um livro sobre o crime. Se a detesto tanto, esta irrupção da violência, é que a temo e tento me proteger dela, como uma criança que se considera livre do pesadelo porque sua mãe preparou-lhe cuidadosamente a cama.“

—  Jean-Bertrand Pontalis 1924 - 2013
" Je déteste la violence et voici que je m’apprête à écrire un livre sur le crime. Si je la déteste tant, cette irruption de la violence, c’est que je la redoute et tente de m’en protéger, tel un enfant qui, après que sa mère a bordé soigneusement son lit, se croit assuré d’être à l’abri du cauchemar." Fonte: «Un jour, le crime », Éditions Gallimard, 2011, page 11, ISBN 978-2-07-013276-8

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