“As exagerações são quase sempre estados infantis da inteligência, e bastará atentar nas crianças e nos selvagens para nos convencermos disso.”
Paolo Mantegazza98
1831–1910Citações relacionadas
Monteiro Lobato (1882–1948) escritor brasileiro
"A barca de Gleyre: quarenta anos de correspondencia literaria entre Monteiro Lobato e Godofredo Rangel" – p. 468, de José Bento Monteiro Lobato, Godofredo Rangel – Companhia Editora Nacional, 1944 – 504 pp
De Norte a Sul o povo lamuria a sua desgraça e chora envergonhado o que perdeu. Tinha um rei, tem sátrapas. Tinha dinheiro, tem dívidas. Tinha justiça, tem cambalachos de toga. Tinha Parlamento, tem ante-salas de fâmulos. Tinha o respeito do estrangeiro, tem irrisão e desprezo. Tinha moralidade, tem o impudor deslavado. Tinha soberania, tem cônsules estrangeiros assessorando ministros. Tinha estadistas, tem pêgas. Tinha vontade, tem medo. Tinha leis, tem estado de sítio. Tinha liberdade de imprensa, tem censura. Tinha brio, tem fome. Tinha Pedro II, tem ... não tem! Era. Não é
Trecho "REVISTA DO BRASIL", vol. IX, Ano III, nº 36, p. 387-391, São Paulo, dezembro de 1918
“Bastará nunca sermos injustos para estarmos sempre inocentes?”
Jean Jacques Rousseau livro Confessions
Suffit-il de n' être jamais injuste pour être toujours innocent? <br class="br">Les confessions - Página 231 http://books.google.com.br/books?id=55wH2YeYr7oC&pg=PA231, Jean-Jacques Rousseau - 1782 <br class="br">Les confessions
Charles Baudelaire (1821–1867)
Variante: Que há de mais absurdo que o progresso, já que o homem, como está provado pelos factos de todos os dias, é sempre igual e semelhante ao homem, isto é, sempre em estado selvagem.
James Anthony Froude (1818–1894)
Age does not make us childish, as some say; it finds us true children <br class="br">Short studies on great subjects, Volume 2 - Página 334, James Anthony Froude - Scribner, Armstrong & Co., 1872 <br class="br">Fonte: Citações de James Froude http://thinkexist.com/quotation/wild_animals_never_kill_for_sport-man_is_the_only/10823.html
“O poema deve resistir à inteligência / Quase com sucesso.”
Wallace Stevens (1879–1955)
The poem must resist the intelligence / Almost successfully
The palm at the end of the mind: selected poems and a play - Página 281, de Wallace Stevens - Publicado por Knopf, 1971 - 404 páginas