“Espião dos corações solitáros. Um espião de bote armado, eis o contista.”
Dalton Trevisan (1925)
Entrevista à Revista Manchete, agosto de 1968
“Espião dos corações solitáros. Um espião de bote armado, eis o contista.”
Dalton Trevisan (1925)
Entrevista à Revista Manchete, agosto de 1968
“Nunca a polícia terá espiões comparáveis aos que se colocam ao serviço do ódio.”
Honoré De Balzac (1799–1850) Escritor francês
“E do silêncio tem vindo o que é mais precioso que tudo: o próprio silêncio.”
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos