“Pelas palavras do General Villas Boas, o real interesse internacional pela Amazônia. Dói na alma ver brasileiros não enxergando a campanha fabricada contra a nossa soberania na região.”
Em tweet de 24/08/2019, acompanhado de um vídeo em que Villas Boas fala que "Há um déficit de soberania" porque, uma vez, quando ele era responsável pelo comando da Amazônia, o rei da Noruega estaria numa aldeia indígena.
Década de 2010, 2019, Agosto
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contra, ver, palavra, internacional, interesse, campanha, boa, alma, brasileiro, general, real, região, soberaniaJair Bolsonaro564
38º Presidente do Brasil 1955Citações relacionadas
Celso Furtado (1920–2004) economista brasileiro
Fonte não especificada
A Fantasia Desfeita, Outras citações
Márcia Lopes (1957)
como citado in: Instituto Lula http://www.institutolula.org/conselheira-do-instituto-lula-marcia-lopes-fala-sobre-cooperacao-brasil-africa: Conselheira do Instituto Lula, Marcia Lopes fala sobre cooperação Brasil–África, 06/04/2015 16:09
“Interesse na Amazônia não é no índio, nem na porra da árvore. É no minério.”
Jair Bolsonaro (1955) 38º Presidente do Brasil
Década de 2010, 2019, Outubro
“Brasileiros e Brasileiras, boa noite.”
José Sarney (1930) político brasileiro, Ex-presidente do Brasil
Frase com a qual o ex-presidente iniciava seus pronunciamentos no rádio e na TV
“Quem não vê bem uma palavra, não pode ver bem uma alma”
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Fernando Pessoa, A Língua Portuguesa, Lisboa, Assírio e Alvim, 1997, [p. 9].
Poemas e citações Ordenadas por Heterônimos
Variante: Quem não vê bem uma palavra, não pode ver bem uma alma
Arthur Virgílio (1945) político e diplomata brasileiro, Prefeito de Manaus
Sobre a reeleição de Fernando Henrique Cardoso. Agencia Carta Maior http://agenciacartamaior.uol.com.br/agencia.asp?id=1552&coluna=boletim <br class="br">Caixa dois
“O cinema novo é a síntese criadora do cinema brasileiro popular internacional.”
Glauber Rocha (1939–1981) Cineasta Brasileiro
Revolução do cinema novo - página 321, Glauber Rocha, Editora Alhambra, 1981, 472 páginas