“Todas as cartas de amor são ridículas, não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.”
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Diário (16 de julho de 1930)
“Todas as cartas de amor são ridículas, não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.”
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
“Duas folhas de carta a ler já é uma boa conta, mesmo quando seja uma carta de amor.”
Eça de Queiroz (1845–1900) Escritor e diplomata português