“O outro evidente sinal da grandeza de Marco Aurélio era o facto de ele próprio ser a refutação em pessoa do famoso ditado de Lord Acton: “o poder tende a corromper e o poder absoluto corrompe absolutamente”. Marco Aurélio detinha um poder absoluto, mas nunca o usou para fins egoístas, malévolos, despóticos ou corruptos.”

Marcus Aurelius: A Life

Última atualização 4 de Junho de 2021. História

Citações relacionadas

John Emerich Edward Dalberg-Acton photo

“O poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente, de modo que os grandes homens são quase sempre homens maus.”

John Emerich Edward Dalberg-Acton (1834–1902) historiador e político britânico

&quot;Power tends to corrupt, and absolute power corrupts absolutely in such manner that great men are almost always bad men.&quot; <br class="br"> Letter to Bishop Mandell Creighton, April 5, 1887 http://oll.libertyfund.org/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1407&amp;Itemid=283. In Figgis, J. N. e Laurence, R. V. Historical Essays and Studies, London: Macmillan, 1907.

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“Se você pegar o mais ardente dos revolucionários, dar poder absoluto a ele, assim em um ano ele será pior do que o próprio czar.”

Michail Bakunin (1814–1876) Teórico político russo

Variante: Se você pegar no mais ardente dos revolucionários, e der poder absoluto a ele, dentro de um ano ele será pior do que o próprio czar.

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“Saber não ter ilusões é absolutamente necessário para se poder ter sonhos.”

Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português

"Autobiografia sem Factos". Assírio & Alvim, Lisboa, 2006, p. 276
Autobiografia sem Factos

“Mesmo que vivamos, pensemos e ajamos como se tivéssemos poder absoluto sobre a nossa própria vontade e os nossos atos, cumprir-se-a com certeza a lei da natureza.”

Adolf Steudel (1805–1887) um filósofo, advogado e político alemão

Fonte: Philosophie im Umriss, II, Prakttische Fragen A: Kritik der Sittenleher, p. 589, Stuttgart: Ed. Bonz, 1877. como cit. p/ Hans Vaihinger em A filosofia do como se; tradução de Johannes Kretschmer, p. 175, Chapecó: Ed. Argos, 2011.

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“O poder não corrompe o homem; é o homem que corrompe o poder. O homem é o grande poluidor, da natureza, do próprio homem, do poder. Se o poder fosse corruptor, seria maldito e proscrito, o que acarretaria a anarquia.”

Ulysses Guimarães (1916–1992) político brasileiro

Rompendo o cerco - página 19 (Volume 2 de Coleção Documentos da democracia brasileira), Ulysses Guimãraes.
Fonte: discurso proferido em 18 de junho de 1967, em Florianópolis.
Fonte: "Rompendo o Cerco" - coletânea de discursos proferidos pelo deputado Ulysses Guimarães, 2ª edição, editora Paz e Terra, Rio de Janeiro, RJ (1978), 188 páginas.

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