Frases de Vladimiro Montesinos

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Vladimiro Montesinos

Data de nascimento: 20. Maio 1945

Vladimiro Lenin Montesinos Torres é um político e militar peruano. Chefe de fato do Serviço de Inteligência Nacional do Peru e assessor presidencial entre 1990 e 2000, durante o governo de Alberto Fujimori. Montesinos possui também diversos apelidos, a maioria criados pela imprensa peruana. Entre eles: Doutor, 002, Vlad e Braço direito.

Estudou na Escola Militar de Chorrillos, em Lima, onde se graduou como oficial em 1966. Sua turma de armas foi denominada de "Centenário de Combate 2 de maio" - posteriormente denominada "Turma Montesinos". Um ano antes de sua formatura, em 1965, Montesinos foi treinado como cadete na Escola das Américas, também conhecida como "Escola de Assassinos", até então mantida pelo governo dos EUA no Panamá e atualmente renomeada para "[The Western Hemisphere Institute for Security Cooperation]”, já em território norte-americano. Esta escola formou diversos tiranos, ditadores e crueis militares de diversos países, latino americanos ou não.

Durante o governo do general Velasco Alvarado, o então capitão Montesinos foi destacado para trabalhar na assessoria do ministério da Agricultura. Em 1973 Montesinos converteu-se em assessor e ajudante do ministro da Guerra e comandante geral do Exército Peruano Edgardo Mercado Jarrín. Foi então que, talvez estimulado pela influência de Washington, Montesinos principiou tentar poderes maiores.

Há indícios de que ainda naquela época, Montesinos tentou persuadir o comandante do Exército Mercado Jarrín a derrubar o então presidente Velasco, consistindo em golpe de Estado. Golpe este não realizado.

Foi somente sob o governo de Alberto Fujimori, eleito presidente em 1990 e chefe do seu auto-golpe de Estado, então transformado em ditador. Neste governo, Montesinos formou com Nicolás Hermoza e Alberto Fujimori, na década de 1990 no Peru, a apelidada "divina trindade", reconhecida entre outros pelo Comando Sul do Ministério da Defesa dos EUA.

Montesinos foi acusado por diversos crimes, entre eles torturas, espionagem por haver vendido à CIA dos EUA documentos secretos das Forças Armadas Peruanas e tráfico de drogas.


„Fujimori está desesperado, quer levar-me à guilhotina.“

„Voltei porque iam me matar.“

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