Frases de Alexandre Dumas, pai

Alexandre Dumas, conhecido como Alexandre Dumas, Pai , foi um romancista francês. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Alexandre Antoine Davy de la Pailleterie e de uma escrava negra, Marie-Césette Dumas. Seu pai foi Thomas Alexandre Davy de la Pailleterie, mais conhecido como General Dumas, grande figura militar de sua época. Wikipedia  

✵ 24. Julho 1802 – 5. Dezembro 1870  •  Outros nomes Alexandre Dumas star, Alexandre Dumas, st.
Alexandre Dumas, pai photo

Obras

O Conde de Monte Cristo
Alexandre Dumas, pai
Os Três Mosqueteiros
Alexandre Dumas, pai
O Conde de Monte Cristo
Alexandre Dumas, pai
Os Três Mosqueteiros
Alexandre Dumas, pai
Alexandre Dumas, pai: 189 citações32 Curtidas

Alexandre Dumas, pai Frases famosas

“Este é um dos orgulhos da nossa funesta humanidade: cada homem julga-se mais infeliz que outro infeliz que chora e geme ao seu lado.”

Alexandre Dumas, pai livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1612 https://books.google.com.br/books?id=qQIkL_ZzrBcC&amp;pg=PA1612. <br class="br">Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo. <br class="br">O Conde de Monte Cristo (1844)

“Todos por um, um por todos.”

Alexandre Dumas, pai livro Os Três Mosqueteiros

Tous pour un, un pour tous. <br class="br">Les Trois Mousquetaires, Ed. Rencontre, 1849 - 440 páginas, p. 80 https://books.google.com.br/books?id=lTMVAAAAQAAJ&amp;pg=PA80 <br class="br">Os Três Mosqueteiros (1844) <br class="br">Variante: &quot;Um por todos e todos por um!&quot;

Citações de homens de Alexandre Dumas, pai

“Há situações que os homens captam com o instinto, mas são incapazes de comentar com a inteligência. O maior poeta, neste caso, é aquele que solta o grito mais veemente e espontâneo. A massa toma esse grito por um relato completo, e tem motivos para se contentar com isso, e mais motivos ainda para julgá-lo sublime quando é autêntico.”

Alexandre Dumas, pai livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1571 https://books.google.com.br/books?id=qQIkL_ZzrBcC&amp;pg=PA1571. <br class="br">O Conde de Monte Cristo (1844)

“Em política, meu caro, sabe tão bem quanto eu, não existem homens, mas idéias; não existem sentimentos, mas interesses; em política, ninguém mata um homem: suprime-se um obstáculo. ponto final.”

Alexandre Dumas, pai livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 152 https://books.google.com.br/books?id=qQIkL_ZzrBcC&amp;pg=PA152. <br class="br">Fala do personagem Nortier. <br class="br">O Conde de Monte Cristo (1844)

Citações de mulheres de Alexandre Dumas, pai

“São as mulheres que nos inspiram para as grandes coisas que elas próprias nos impedem de realizar.”

Alexandre Dumas, pai

It is often woman who inspires us with the great things that she will prevent us

“Todas as mulheres querem ser estimadas e dão bastante menos importância ao fato de serem ou não respeitadas.”

Alexandre Dumas, pai

Variante: Todas as mulheres querem ser estimadas e dão bastante menos importância ao facto de serem ou não respeitadas.

Alexandre Dumas, pai: Citações em tendência

“Para todos os males, há dois remédios: o tempo e o silêncio.”

Alexandre Dumas, pai livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 697 https://books.google.com.br/books?id=qQIkL_ZzrBcC&amp;pg=PA697. <br class="br">Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo. <br class="br">O Conde de Monte Cristo (1844) <br class="br">Variante: Para toda a espécie de mal, há dois remédios: o tempo e o silêncio.

Alexandre Dumas, pai frases e citações

“É a nossa felicidade aparente que nos cria maior números de inimigos.”

Alexandre Dumas, pai

Variante: É a nossa felicidade aparente que nos cria maior número de inimigos.

“A cadeia do casamento é tão pesada, que são precisos dois para carregá-la - e às vezes três.”

Alexandre Dumas, pai

The chain of wedlock is so heavy that it takes two to carry it -- and sometimes three
Alexandre Dumas, pai; citado em "Laughter and the Sense of Humor"‎ - Página 77, de Edmund Bergler - Publicado por Intercontinental Medical Book Corp., 1956 - 297 páginas
Variante: O fardo do casamento é tão pesado que precisa de dois para carregá-lo - às vezes, três.

“O orgulho de quem não pode construir é destruir.”

Alexandre Dumas, pai

Les tombeaux de Saint-Dennis

“Toda generalização é perigosa, inclusive esta.”

Alexandre Dumas, pai

&quot;All generalizations are dangerous, even this one.&quot; <br class="br">Como citado em &quot;Beyond All Fronts: A Bystander&#x27;s Notes on this Thirty Years War&quot;, Página 366 http://books.google.com.br/books?id=8_CAAAAAMAAJ&amp;q=All+generalizations+are+dangerous,+even+this+one+1944&amp;dq=All+generalizations+are+dangerous,+even+this+one+1944&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ei=vBdqVPXNEYaggwToy4CAAg&amp;ved=0CCMQ6wEwAQ, Max Jordan, The Bruce Publishing Company, 1944 - 386 páginas <br class="br">Atribuídas

“Mas também nunca dissestes que não me amáveis; e, com efeito, dizer-me tais palavras seria da parte de Vossa Majestade a maior das ingratidões. Pois, dizei-me, onde encontrareis um amor semelhante ao meu, um amor que nem o tempo, nem a ausência, nem o desespero lograram extinguir; um amor que se contenta com uma fita que caiu, um olhar perdido, uma palavra solta?”

Alexandre Dumas, pai livro Os Três Mosqueteiros

Mais vous ne m&#x27;avez jamais dit non plus que vous ne m&#x27;aimiez point, et vraiment me dire de semblables paroles, ce serait de la part de Votre Majesté une trop grande ingratitude. Car, dites-moi , où trouveriez-vous un amour pareil au mien, un amour que ni le temps, ni l&#x27;absence, ni le désespoir ne peuvent éteindre ; un amour qui se contente d&#x27;un ruban égaré , d&#x27;un regard perdu , d&#x27;une parole échappée? <br class="br">Les Trois Mousquetaires, Ed. Rencontre, 1849 - 440 páginas, p. 104 https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&amp;id=lTMVAAAAQAAJ&amp;pg=PA104 <br class="br">Os Três Mosqueteiros (1844)

“Os versos estavam longe de ser excelentes; mas como se sabe, os protestantes não se presumiam de poetas.”

Alexandre Dumas, pai livro Os Três Mosqueteiros

Ces vers n&#x27;étaient pas excellents, il s&#x27;en fallait même de beaucoup, mais comme on le sait, les protestants ne se piquaient pas de poésie. <br class="br">Les Trois Mousquetaires, Ed. Rencontre, 1849 - 440 páginas, p. 418 https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&amp;id=lTMVAAAAQAAJ&amp;pg=PA418 <br class="br">Os Três Mosqueteiros (1844)

“Por vezes é penoso cumprir o dever, mas nunca é tão penoso como não cumpri-lo.”

Alexandre Dumas, pai

citado em "Citações da Cultura Universal" - Página 155, Alberto J. G. Villamarín, 2002, Editora AGE Ltda, ISBN 8574970891, 9788574970899
Atribuídas

“Suprimir a distância é aumentar a duração do tempo. A partir de agora, não viveremos mais; viveremos apenas mais depressa.”

Alexandre Dumas, pai

citado em CAMPUS EXPERIENCE, THE: MARKETING PARA INSTITUIÇOES DE ENSINO - Página 164, RAFAEL VILLAS BOAS, Grupo Editorial Summus, 2008, ISBN 8532304702, 9788532304704 - 408 páginas
Atribuídas

“A morte é sempre a morte, isto é, o esquecimento, isto é, a ausência de vida e, por conseguinte, de dor.”

Alexandre Dumas, pai livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1651 https://books.google.com.br/books?id=qQIkL_ZzrBcC&amp;pg=PA1651. <br class="br">Fala do personagem Morrel. <br class="br">O Conde de Monte Cristo (1844)

“Há virtudes cujo exagero é um crime.”

Alexandre Dumas, pai livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Vol. 2, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2008, p. 1081 https://books.google.com.br/books?id=_08hjhuq0KAC&amp;pg=PA1081. <br class="br">Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo. <br class="br">O Conde de Monte Cristo (1844)