Citações

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“O uísque é o melhor amigo do homem, ele é o cachorro engarrafado.”

Vinícius de Moraes (1913–1980) cantor, poeta, compositor e diplomata brasileiro

citado em "Vinicius sem ponto final"‎ - Página 40, de João Carlos Pecci - Publicado por Editora Saraiva, 1994, ISBN 8502013912, 9788502013919 - 459 páginas
Poemas e frases de poemas
Variante: O whisky é o melhor amigo do homem, ele é o cahorro engarrafado

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“O que posso falar de Dorothea? Eu a conheci quando eu estava na escola, e descobri a garota que estava destinada a ser minha mulher. Tínhamos um relacionamento tempestuoso e terminamos várias vezes no início dos anos 80. Confesso que em 1986 se eu fosse obrigado a escolher entre ela e a minha música, eu escolheria a minha música. Agora, isto mudou.. é verdade, pois eu diria que a minha família é o meu greatest hits agora. A música será sempre meu primeiro amor, porque me trouxe tudo que eu tenho na vida, mas não é mais meu único amor.". Fico feliz de conhecer Dorothea por quase toda a minha vida e não nos últimos dois anos. Se eu a tivesse conhecido agora, provavelmente lhe perguntaria o porque dela estar comigo, pois ela definitivamente não é a esposa de um rock star. Ela não quer um relógio novo ou um carro luxuoso, ela se importa apenas com o que eu faço, mas não está interessada na minha pessoa como um rock star. Lembro que quando eu era um adolescente e trabalhava num estúdio de gravação, o ídolo da adolescência dela, David Bowie, foi a esse estúdio. Eu liguei para ela e perguntei se ela não gostaria de lá ir para conhecê-lo, mas ela simplesmente não quis. Dot nunca sairia em turnê comigo, ela preferiria ficar em casa e cuidar das crianças. Sou eu que gosto de leva-la comigo. Eu continuo morrendo de tesão por ela! Posso fazer uma cena de cama com a Demi Moore ou com tantas outras atrizes, como já fiz e curtir isso, mas nenhuma delas é a mulher que eu quero para ter em minha casa.”

Jon Bon Jovi (1962)

“Sempre sob os Seus cuidados


Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho. v.8


No dia em que nossa filha mais nova estava voando de Munique a Barcelona, visitei o meu site favorito de rastreamento de voo para seguir o seu percurso. Depois que coloquei o número do voo, o computador mostrou que já tinha atravessado a Áustria e contornava a parte norte da Itália. De lá, o avião voaria sobre o Mediterrâneo, ao sul da Riviera francesa em direção à Espanha, e estava programado para aterrissar no horário previsto. Parecia que a única coisa que eu não podia descobrir era o que os comissários de bordo estavam servindo para o almoço!

Por que eu me importo sobre a localização e as circunstâncias que a envolvem? Porque eu a amo, e me importo com quem ela é, o que está fazendo, e o rumo que está tomando em sua vida.

No Salmo 32, Davi celebrou a maravilha do perdão, orientação e preocupação de Deus conosco. Ao contrário de um pai humano, Deus conhece cada detalhe de nossa vida e as necessidades mais profundas do nosso coração. A promessa do Senhor para nós é: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho” (v.8).

Seja qual for a nossa situação hoje, podemos contar com a presença e cuidado de Deus, porque o “…o que confia no Senhor, a misericórdia o assistirá” (v.10).

Estamos sempre sob a visão 
e o cuidado amoroso de Deus. David C. McCasland”

“Não é o que parece


…Não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com [o inimigo]. v.16


Duque é um cão da raça border collie que vive numa fazenda entre as montanhas. Certa manhã, ele e seu dono, Tomás, foram verificar as condições de alguns animais em um pequeno caminhão utilitário. Ao chegarem, Tomás saiu do veículo, mas se esqueceu de acionar o freio. Com Duque no assento do motorista, o veículo desceu uma colina e atravessou duas faixas de tráfego antes de parar com segurança. Para os motoristas que presenciaram a cena, parecia que o cão estava dando uma voltinha matinal. Na verdade, as coisas nem sempre são como parecem.

Parecia que Eliseu e seu servo estavam prestes a serem capturados e levados ao rei da Síria. As forças do rei haviam cercado a cidade onde Eliseu e seu servo estavam. O servo acreditava que eles estavam perdidos, mas Eliseu lhe disse: “…Não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles” (2 Reis 6:16). Quando Eliseu orou, o servo conseguiu ver a multidão de forças sobrenaturais que estavam ali para protegê-los.

As situações que parecem sem esperança nem sempre são da maneira como as percebemos. Quando nos sentimos sobrecarregados e em minoria, podemos nos lembrar de que Deus está ao nosso lado. O Senhor pode dar ordens aos Seus anjos para que nos guardem em todos os nossos caminhos (SALMO 91:11).

Tudo é sempre melhor do que parece 
quando nos lembramos de que Deus está ao nosso lado. Jennifer Benson Schuldt”

Esta frase aguardando revisão.

“No Universo Polarizado, as verdades nunca somam mais que duas: a meia verdade da Esquerda, a meia da Direita — e a Verdade.

E talvez o maior drama do nosso tempo não seja a ausência da Verdade, mas o excesso de convicções que a fragmentam.

Cada lado, com suas lentes bem ajustadas, enxerga apenas o que confirma sua própria narrativa — e, nesse exercício seletivo, transforma recortes em totalidade, sombras em retratos, e versões em certezas.

A meia-verdade tem um poder sedutor: ela é suficiente para convencer, mas incompleta demais para libertar.

Alimenta o ego de quem a defende e anestesia o senso crítico de quem a consome.

Porque a verdade inteira exige esforço — exige desconforto, dúvida, escuta e, sobretudo, a coragem de admitir que talvez estejamos errados.

No embate entre lados, o que frequentemente se perde não é apenas o diálogo, mas a própria disposição de buscá-lo.

Afinal, quando o objetivo deixa de ser compreender e passa a ser vencer, a Verdade se torna apenas um detalhe inconveniente.

A Verdade, essa terceira presença silenciosa, não grita como os extremos.

Ela não se veste de ideologia, nem pede torcida.

Ela exige humildade intelectual.

E talvez por isso seja tão negligenciada — porque, ao contrário das meias verdades, ela não serve para nos confortar, mas para nos confrontar.

No fim, o problema não é haver duas metades.

É quando cada uma delas se proclama inteira — e declara desnecessária qualquer outra busca.”

Esta frase aguardando revisão.

“O que sobraria de nós, se pudéssemos desumanizar todos os que julgamos desprovidos de santidade?

Talvez restasse muito pouco — ou nada — não deles, mas de nós mesmos. 

Porque, ao retirar do outro a sua condição humana, não estamos apenas julgando; estamos também esculpindo os contornos do nosso próprio abismo. 

A desumanização nunca é um ato isolado: ela reverbera, ecoa, corrói silenciosamente aquele que a pratica.

É tentador acreditar que a falha alheia nos autoriza a elevar muros morais, como se pudéssemos habitar um território puro, livre das contradições que enxergamos nos outros. 

Mas essa pureza é uma ficção assustadoramente confortável. 

A linha que separa o “santo” do “profano” não é um muro — é um fio tênue que atravessa cada um de nós.

Quando negamos humanidade ao outro, fazemos isso porque reconhecemos, ainda que inconscientemente, algo dele em nós que nos incomoda. 

A imperfeição alheia funciona como um espelho indesejado. 

E, incapazes de sustentar esse reflexo, preferimos quebrá-lo — mesmo que isso custe a nossa própria integridade.

No fim, desumanizar é uma forma de fugir. 

Fugir da complexidade, da empatia, da responsabilidade de reconhecer que ninguém é inteiramente digno de santidade — e, ao mesmo tempo, ninguém é completamente destituído dela.

Se pudéssemos, de fato, retirar a humanidade de todos os que julgamos indignos, talvez descobríssemos tarde demais que éramos os últimos a permanecer… e já não haveria mais nada de humano em nós para sustentar essa medonha solidão.”

Esquilo photo

“Os exilado se alimentam de esperança.”

Esquilo (-525–-456 a.C.) dramaturgo Ateniense

Ésquilo como citado in: Manoel Onofre Júnior: 40 anos de vida literária, 1964-2004 : bibliografia e crítica - página 17; Volume 153 de Coleção João Nicodemos de Lima, Sebo Vermelho Edições, 2004 - 386 páginas [ "Agamêmnon", (1668) ]

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“Contentar-se com o que lhe dão é próprio dos escravos. Pedir masi é próprio das crianças. Conquistar mais é próprio dos loucos”

Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português

porque toda a conquista é [X]
Autobiografia sem Factos

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“Eu estou a sorrir”

George Harrison (1943–2001) Cantor, compositor, produtor musical e cinematográfico britânico

Em resposta a um repórter que lher perguntou porque não sorria mais vezes.

José Saramago photo

“uma vaca se perdeu nos campos com a sua cria de leite, e se viu rodeada de lobos durante doze dias e doze noites, e foi obrigada a defender-se e a defender o filho, uma longuíssima batalha, a agonia de viver no limiar da morte, um círculo de dentes, de goelas abertas, as arremetidas bruscas, as cornadas que não podiam falhar, de ter de lutar por si mesma e por um animalzinho que ainda não se podia valer, e também aqueles momentos em que o vitelo procurava as tetas da mãe, e sugava lentamente, enquanto os lobos se aproximavam, de espinhaço raso e orelhas aguçadas. Subhro respirou fundo e prosseguiu, ao fim dos doze dias a vaca foi encontrada e salva, mais o vitelo, e foram levados em triunfo para a aldeia, porém o conto não vai acabar aqui, continuou por mais dois dias, ao fim dos quais, porque se tinha tornado brava, porque aprendera a defender-se, porque ninguém podia já dominá-la ou sequer aproximar-se dela, a vaca foi morta, mataram-na, não os lobos que em doze dias vencera, mas os mesmos homens que a haviam salvo, talvez o próprio dono, incapaz de compreender que, tendo aprendido a lutar, aquele antes conformado e pacífico animal não poderia parar nunca mais. (…) o primeiro a falar foi o soldado que sabia muito de lobos, a tua história é bonita, disse (…), a vaca não poderia resistir a um ataque concertado de três ou quatro lobos, já não digo doze dias, mas uma única hora, Então, na história da vaca lutadora é tudo mentira, Não, mentira são só os exageros, os arrebiques de linguagem, as meias verdades que querem passar por verdades inteiras, Que crês tu então que se passou, (…), Creio que a vaca realmente se perdeu, que foi atacada por um lobo, que lutou com ele e o obrigou a fugir talvez mal ferido, e depois se deixou ficar por ali pastando e dando de mamar ao vitelo, até ser encontrada, E não pode ter sucedido que viesse outro lobo, Sim, mas isso já seria muito imaginar, para justificar a medalha ao valor e ao mérito um lobo já é bastante. A assistência aplaudiu pensando que, bem vistas as coisas, a vaca merecia a verdade tanto quanto a medalha.”

A Viagem do Elefante

Esta frase aguardando revisão.

“Toda e qualquer forma de manipulação é muito ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a religiosa.

Porque ela não apenas distorce ideias — ela sequestra consciências…

Usa e abusa da imaturidade e da carência espiritual e emocional das pessoas.

A manipulação comum atua sobre interesses, medos ou desejos imediatos; já a manipulação religiosa invade o território mais íntimo do ser humano: a fé, a esperança e o sentido da existência. 

Quando o nome de Deus é invocado como ferramenta de convencimento, deixa de ser sagrado e passa a ser instrumento.

E é justamente aí que reside sua perversidade mais profunda: ela se disfarça de virtude. 

Quem manipula em nome do divino não se apresenta como manipulador, mas como mensageiro, defensor da moral, guardião da verdade. 

E, nesse teatro cuidadosamente montado, qualquer discordância pode ser tratada não como divergência legítima, mas como pecado, erro ou ameaça.

Na seara política, esse fenômeno ganha contornos ainda mais perigosos. 

O que deveria ser debate de ideias se transforma em disputa de “bem contra mal”, onde posições são santificadas e opositores demonizados. 

O eleitor deixa de ser cidadão crítico para se tornar fiel — e fé, quando deslocada de seu propósito espiritual, pode ser facilmente conduzida, moldada e explorada.

O problema não está na fé em si, que é fonte legítima de força, consolo e ética para milhões de pessoas. 

O problema surge quando ela é instrumentalizada. 

Quando líderes, discursos ou projetos se escoram no nome de Deus não para elevar, mas para controlar; não para unir, mas para dividir; não para libertar, mas para submeter.

E talvez o mais inquietante seja o fato de que muitos não percebem. 

Porque a manipulação religiosa raramente se apresenta com violência explícita — ela vem em forma de promessa, de proteção, de pertencimento. 

Ela acolhe antes de direcionar, consola antes de conduzir, e quando se percebe, já não se questiona mais.

Refletir sobre isso não é atacar a fé, mas protegê-la. 

É reconhecer que aquilo que é verdadeiramente sagrado não precisa ser usado como ferramenta de poder. 

Porque, no fim, quando o nome de Deus se torna argumento, corre-se o risco de que a verdade deixe de ser buscada — e passe apenas a ser declarada por quem fala mais alto.”

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