Frases do livroGrande Sertão: Veredas

Grande Sertão: Veredas é um romance experimental modernista escrito pelo autor brasileiro João Guimarães Rosa e publicado pela Livraria José Olympio Editora, em 1956. Tanto a arte da capa como as ilustrações de Grande sertão: veredas são de autoria de Poty Lazzarotto. Pensado inicialmente como uma das novelas do livro Corpo de Baile, lançado nesse mesmo ano de 1956, cresceu, ganhou autonomia e tornou-se um dos mais importantes livros da literatura brasileira e da literatura lusófona. No mesmo ano, Rosa também lançou as novelas de Corpo de Baile e a quarta edição revista de Sagarana.
“Fugi. De repente, eu vi que não podia mais, me governou um desgosto.”
João Guimarães Rosa livro Grande Sertão: Veredas
Grande Sertão: Veredas
“quando é que a velhice começa, surgindo”
João Guimarães Rosa livro Grande Sertão: Veredas
Grande Sertão: Veredas
Variante: quando é que a velhice começa, surgindo de dentro da mocidade.
“Eu não podia tão depressa fechar meu coração a ele. Sabia disso. Senti.”
João Guimarães Rosa livro Grande Sertão: Veredas
Grande Sertão: Veredas
“Sofrimento passado é glória, é sal em cinza.”
João Guimarães Rosa livro Grande Sertão: Veredas
Grande Sertão: Veredas
“Todo amor não é uma espécie de comparação?”
João Guimarães Rosa livro Grande Sertão: Veredas
Grande Sertão: Veredas