“"Se desejas lutar por alguma coisa, lute pela sua família. Não há nada mais importante que eles.''” ALBERT
“"No permita que nadie le diga que no eres capaz de alcanzar sus metas y realizar sueños. Porque ellos no saben de dónde viene la fuerza que te haz luchar por las cosas que amas. Su fuerza viene de dios. "” ALBERT
“"As vezes o amor pode parecer cruel, mas nunca deixa de ser bom. O amor é o remédio da alma, cura as feridas passadas e apaga as dúvidas."” ALBERT
“''Lute, trabalhe e olhe adiante. Não veja distância no seu caminho, apenas encontre uma esperança. Olhe para dentro de si e ouça a voz do seu coração dizendo "continue, você ainda poderá vencer"” ALBERT
““Nunca deverás tratar a ti mesmo como um ser finalizado, concluso e terminado. Nossos pensamentos estão em constante alteração – nós estamos em constante contradição. Minhas ideias do dia anterior me parecem hoje, demasiado vagas, contraditórias, incompatíveis. Os pensamentos mudam e nós também, tudo é passageiro, tudo incorpora efemeridade e brevidade. A vida é uma viagem, nós somos a viagem. Não importa o caminho, todos eles seguem rumo a um mesmo fim – a morte! Não seria isso o suficiente para termos gratidão, tranquilidade e serenidade ao lidar com os baques da vida? A tristeza deve ser passageira, um caminho para alcançarmos sabedoria. Somos suficientemente capazes de viver intensamente a vida em sua totalidade, és uma experiência extraordinária, no entanto, cabe a nós enxergar a magnificência deste presente que nos fora dado.Nada nos pertence, o presente é o instante em que acontece, o passado é o presente que não é mais, e o futuro é o presente que será. Se vives inteiramente no presente estarás sempre em paz. Deves viver sempre no presente, corpo e mente. Inúmeras vezes, o corpo permanece no presente, mas a mente à milhas de distância. Este é o nosso maior pecado contra a vida, meus irmãos!Não permitas passar pela vida sem teres vivido, superado a ti mesmo e atingido a tranquilidade; e que não tenhas arrependimento de nenhum instante. Tenhas autenticidade, não permitas seres tutelado por ideologias, ideais e doutrinas; são uma ameaça a vida. Seja sutileza em meio ao caos, e vivas como um demasiado humano. Esta vida que vives é única e não viverás novamente."” Maria Eduarda Eskildsen
“"De silêncio em silêncio, minha alma apodrece, e leva numa correnteza inconsciente todo o sentimento de aprazimento, contentamento e bem-estar que um dia fora vivido. E traz em múltiplas ondas, o sentimento mais horrendo e execrável que um indivíduo sentira, a ausência de sentido em sua lástima existência."” Maria Eduarda Eskildsen
“"Viver seria um aprazimento a alguns indivíduos, contudo, para outros, a vida seria sofrimento, calvário, um âmbito de amargura, cujo qual seria um infortúnio apenas pelo fato de nascer."” Maria Eduarda Eskildsen
“"Conjecturo que há muito tempo, a melancolia habita o meu ser. Posteriormente, com minhas experiências insatisfátorias, acabou-se por despertar este hórrido sentimento. A melancolia está há um tempo duradouro caminhando comigo, que tornou-se parte de mim. Não a vejo mais como um distúrbio mental ou uma psicose maníaco-depressiva. A melancolia sou eu."” Maria Eduarda Eskildsen
“"A infelicidade oferece ao melancólico indivíduo, a contingência de descobrir, desvendar e conhecer si mesmo."” Maria Eduarda Eskildsen
“"Na vida, em nenhum momento, foi prescrito que ela possuiria um significado. Convém ao indivíduo conceber significância à sua existência. A natureza do indivíduo consiste na compreensão do seu interior, o exterior é supérfluo perante a vastidão existente dentro de nós."” Maria Eduarda Eskildsen
“"Alguns homens parecem-me experimentar uma espécie de descontentamento existencial constante. Possuem a capacidade de transformar a mais intensa das dores em auto-conhecimento. Parece até que eles sentem prazer em sofrer."” Maria Eduarda Eskildsen
““Pressuponho que seja inviável o homem alcançar a felicidade, sem anteriormente, ter vivenciado o mais autêntico e profundo estado de sofrimento humano; sem ter conhecido si próprio em sua verdadeira essência, e conseguinte, compreendido o sentido de sua existência. De fato, o sofrimento é um estado de auto-conhecimento do homem."” Maria Eduarda Eskildsen
“"E a velha melancolia retorna à sua legítima morada. Extravasa horror por todo o âmbito de meu corpo, e afasta de mim, o escasso acervo de jovialidade que remanescia. Tornando a vida insignificante de modo absoluto e infindo."” Maria Eduarda Eskildsen
“"Acima de tudo, buscar a posse de bens imateriais, pois é isto que levamos quando partimos.A vida há de tirar-lhe tudo. E por fim, restará a sua mais poderosa virtude: o conhecimento.Infeliz daquele que buscou a verdade apenas no exterior, e nunca em seu infindo interior. Apenas com uma profunda reflexão de si mesmo, poderás conhecer a verdade, e enxergar as coisas com um pouco mais de clareza e racionalidade.Não conhecerás a verdade absoluta à cerca de todas as coisas, e sim, estará menos distante dela. Contudo, defrontar-me-ei apenas com os fatos essenciais da vida: a beleza da natureza, o amor, e o conhecimento.Não viverei uma vida falsa, padronizada e imposta por uma sociedade gananciosa que caminha rumo à anulação da ideia do homem, sendo a vida tão maravilhosa e tendo tanto a ensinar-me."” Maria Eduarda Eskildsen
“"Apenas necessitava de silêncio, distante da aglomeração humana e de quaisquer sombras e resquícios de atividade humana, padrões sociais e desejos insaciáveis. Em completo silêncio, era o que precisava. Uma fuga por tempo indeterminado para retornar à minha essência que anula-se cegamente aos atos da vida urbana da modernidade.Não me encaixava em nenhum grupo, e não desejava compor nenhum deles. Sinto que a aproximação aos aglomerados de pessoas anulam minha individualidade. Todos eles caminham rumo ao declínio.Não poderia haver momento mais pleno e alegre enquanto estava só e enrolada ao cobertor em uma manhã fria de inverno. Por mais que confortasse, e trouxesse paz, era temporário. Saberia que pouquíssimo tempo após teria de levantar-me e realizar as obrigações sociais, e conviver com indivíduos inertes e demasiadamente dependentes do sistema. Tampouco capazes de perceberem a realidade em que vivem, e seguem cegamente sem questionar. Fazendo-se de seus ídolos muletas metafísicas, e nutrindo meias verdades e desejos insaciáveis para suportar a existência. Vivendo na ilusão do conhecimento sem compreender a vastidão infinita presente no interior de vossas almas.Sou inteiramente propícia a vivenciar a solitude em completo festejo, e transformar o mais profano padecimento em conhecimento. A solidão compõe a mais profunda das filosofias.Livrai-vos de vossos apegos, pois são estas às raízes que sustentam vossos sofrimentos. Plantastes sofrimento e colhestes saberes."” Maria Eduarda Eskildsen
““Há demasiado tempo, tenho alimentado o monstro horripilante que caminhava junto a mim, por vezes, podia aproveitá-lo e deleitar-me em sua companhia e adquirir respostas às interrogações constantes em virtude de longos diálogos. Devido a uma vida vaga, expectativas frustradas e desprovida de quaisquer prazeres ou sentimentos aprazíveis, o monstro habitou meu vazio e fez dele sua morada. O monstro fez-se resistente e robusto, ao ponto de tornar-se mais forte que a soma de todas as minhas forças. Ele está presente por todo o âmbito de meu corpo, sinto que, não só ele dominou-me, mas eu tornei-o. Tornei um ser de vísceras melancólicas, coração amargurado, mente em estado de longos tormentos, e em completo desconforto aos aglomerados em decorrência de uma solidão impertinente e uma dor; uma dor eterna.”” Maria Eduarda Eskildsen
“Muitas das vezes as pessoas se apaixonam pela beleza externa e esquece de que tem de conhecer a beleza interna também, o belo é uma questão de vista, principalmente quando ele é externo, conhecer a beleza interna é ir além, é enxergar a alma do outro.” Valter Bitencourt Júnior
“O esporte é a ferramenta de inserção social mais eficaz, pois o resultado é imediato e as transformações são surpreendentes.” Leandro Flores
“Chuva no sertãoDesenhei nos teus lábiosO desenho dos meus lábiosSeco, matei a sede!” Valter Bitencourt Júnior