“A solidão faz homens de talento ou idiotas.”
Victor Hugo livro Les Travailleurs de la Mer
Os Trabalhadores do Mar
“A solidão faz homens de talento ou idiotas.”
Victor Hugo livro Les Travailleurs de la Mer
Os Trabalhadores do Mar
Victor Hugo livro Os Miseráveis
Os Miseráveis
Variante: Enquanto, por efeito de leis e costumes, houver proscrição social, forçando a existência, em plena civilização, de verdadeiros infernos, e desvirtuando, por humana fatalidade, um destino por natureza divino; enquanto os três problemas do século - a degradação do homem pelo proletariado, a prostituição da mulher pela fome, e a atrofia da criança pela ignorância - não forem resolvidos; enquanto houver lugares onde seja possível a asfixia social; em outras palavras, e de um ponto de vista mais amplo ainda, enquanto sobre a terra houver ignorância e miséria, livros como este não serão inúteis.
Fonte: "Os Miseráveis" - Prefácio
Os miseráveis
“O homem honesto procura tornar-se útil, o intrigante tenta ser necessário.”
L'honnête homme cherche à se rendre utile, l'intrigant à se rendre nécessaire.
Post-scriptum de ma vie: oeuvres posthumes - Página 53, de Victor Hugo, Dominique Aury, Guilde du livre (Lausanne - Publicado por Guilde du livre, 1959 - 315 páginas
"O Homem e a Mulher" citado em "Autoconhecimento: caminhos para a excelência pessoal" - Página 30, Ernani José Mottin - Editora AGE Ltda, 1998, ISBN 8585627425, 9788585627423 - 135 páginas
Atribuídas
“A melancolia é a felicidade de se ser triste.”
Variante: A melancolia é a felicidade de estar triste.
Victor Hugo livro Os Miseráveis
De certaines pensées sont des prières. Il y a des moments où, quelle que soit l'attitude du corps, l'âme est à genoux. <br class="br">Les misérables - Página 266 http://books.google.com/books?id=i50GAAAAQAAJ&pg=PA266, de Victor Hugo - Publicado por Pagnerre, 1863 <br class="br">Os Miseráveis
“Fé: eis aquilo de que os homens precisam. Infeliz dos que nada crêem!”
Victor Hugo livro Os Miseráveis
Os Miseráveis
Fonte: "Os Miseráveis" - Segunda Parte, Livro VII, Cap. VIII (Fé, lei)