Frases de K. R. Narayanan

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K. R. Narayanan

Data de nascimento: 27. Outubro 1920
Data de falecimento: 9. Novembro 2005

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Kocheril Raman Narayanan , conhecido como K. R. Narayanan, foi o décimo Presidente da República da Índia, entre 1997 e 2002.

Foi o único Dalit, ou intocável, e o único Malayali a chegar a presidência. Após um período como jornalista estudante de ciências políticas na London School of Economics começou sua carreira política na Índia como membro do ministério das relações internacionais sob a administração de Nehru.

Serviu como embaixador no Japão, Reino Unido, Tailândia, Turquia, República Popular da China e Estados Unidos. Era citado por Nehru como “o melhor diplomata do país”. Começou na política a pedido de Indira Gandhi e ganhou três sucessivas eleições gerais para o Lak Sabha e serviu como Ministro do Estado no gabinete da União sob Rajiv Gandhi. Foi eleito vice-presidente em 1992 e presidente em 1997.

Visitou Portugal em 1998, por ocasião das celebrações dos 500 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia. Numa entrevista concedida em Lisboa ao jornal Diário de Notícias, elogiou o navegador português como agente de ligação entre o Ocidente e o Oriente e relativizou as críticas da época, em alguns setores nacionalistas indianos, à figura do almirante nascido em Sines.

Citações K. R. Narayanan

„The applications of science are inevitable and unquotable for all countries and people today. But something more than its application is necessary. It is the scientific approach, the adventurous, and critical temper of science, the search for truth and new knowledge, the refusal to accept anything without testing and trial, the capacity to change previous conclusions in the face of new evidence, the reliance on observed fact and not on pre-conceived theory, the hard discipline of the mind – all this is necessary, not merely for the too many scientists today, who swear by science, forget all about it outside their particular sphere. The scientific approach and temper or should be a way of life, a process of thinking, a method of acting, associating, with our fellow men. That is a large order and undoubtedly very few if any at all can function in this way with even partial success. But his [Nehru] criticism applies in equal or even greater measure to all the injunctions which philosophy and religion have laid upon us. The scientific temper points out the way along which man should travel. It is the temper of a free man. We live in a scientific age, so we are told but there is little evidence of this temper in the people anywhere or even in their leaders.“

—  K. R. Narayanan
Quoted from his book “In Nehru and His Vision 1999" in: K.K. Sinha, Social And Cultural Ethos Of India http://books.google.co.in/books?id=Jb-fO2R1CQUC&pg=PA183, Atlantic Publishers & Dist, 1 January 2008, p. 183

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