Frases de Enrique Vila-Matas

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Enrique Vila-Matas

Data de nascimento: 31. Março 1948

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Enrique Vila-Matas é um premiado escritor espanhol.

Nasceu em Barcelona em 1948. Em 1968 foi viver para Paris, auto exilado do Franquismo e à procura de maior liberdade criativa. O apartamento onde se instalou foi-lhe alugado pela escritora Marguerite Duras, que já era bastante famosa na ocasião. Vila-Matas pediu-lhe, sem muitas esperanças de ser atendido, dicas sobre como se tornar um bom escritor. Para sua surpresa, a francesa deu-lhe uma enorme lista de dicas para escrever bem. Durante esse anos subsistiu realizando pequenos trabalhos como jornalista para a revista "Fotogramas", e chegou a colaborar como figurante num filme de James Bond. Anos mais tarde, em 2007, o escritor catalão estava na posição inversa. O jovem escritor brasileiro Leandro Müller, quando vivia na cidade de Barcelona, escreveu à Enrique Vila-Matas pedindo ajuda. O resultado disso foi um prefácio escrito por Enrique Vila-Matas para o livro "Pequeño Tratado Hermético sobre Efectos de Superficie", premiado e publicado em 2008 na Espanha pelas Ediciones Universidad Salamanca.

Vila-Matas publicou o seu primeiro livro, "La Asesina Ilustrada", em 1977, e desde então não mais deixou de escrever pois, segundo ele, "escrever é corrigir a vida, é a única coisa que nos protege das feridas e dos golpes da vida." Com a publicação de "História Abreviada da Literatura Portátil" começou a ser reconhecido e admirado no âmbito internacional, especialmente nos países latino-americanos, França e Portugal.

As suas obras são uma mescla de ensaio, crónica jornalística e novela. A sua literatura, fragmentária e irónica, dilui os limites entre a ficção e a realidade. Desenvolveu uma ampla obra narrativa que se inicia em 1973 e que, até à data, foi traduzida para 29 idiomas. Actualmente é um dos narradores espanhóis mais elogiados pela crítica nacional e internacional.

Citações Enrique Vila-Matas

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„One has to know how to swim just well enough to avoid having to save anyone else.“

— Enrique Vila-Matas
Enrique Vila-Matas (2011) Never Any End to Paris, Translated by Anne McLean. p. 45 The narrator quoting his mother.