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Frases de membros

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“⁠⁠Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.

Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.

Salve as Forças Armadas brasileiras!

São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.

Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.

Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.

E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.

E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.

O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.

Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.

E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.

Respeito não se implora.

Se pratica, se demonstra, se preserva.

E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.

Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.

Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.”

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“Às vezes, a melhor festa na laje é aquela em que a convidada de honra só faz barulho para lavar nosso dia.

Noutros tempos, só pensávamos em churrasco na laje, agora, só pensamos em chuva na laje.

Agora as melhores festas na laje são aquelas em que a convidada de honra não traz música alta, nem risadas forçadas, nem fumaça de churrasco.…

Ela chega silenciosa na intenção, mas barulhenta na presença: a chuva. 

E faz festa não para entreter, mas para lavar — o dia, a alma, o cansaço acumulado nos cantos que a gente já não alcança.

Noutros tempos, a laje era sinônimo de encontro, carne na brasa, conversa atravessada pelo riso fácil. 

Hoje, ela se tornou mirante da espera. 

Espera por nuvens carregadas, por um céu que se compadeça do pó, do calor excessivo, da exaustão que já não se resolve só com celebração. 

Mudamos o cardápio: trocamos o excesso pelo alívio.

A chuva na laje não exige anfitrião, nem lista de convidados. 

Ela chega quando pode, fica o tempo que quer e, ao partir, deixa tudo diferente — não necessariamente resolvido, mas respirável. 

É uma festa sem fotinhos, sem brindes, sem sobras…

Só o som da água lembrando que nem todo barulho é invasão; alguns são cuidados.

Talvez o tempo tenha nos ensinado isso: há dias em que não queremos comemorar, apenas lavar. 

E, nesses dias, a laje continua sendo lugar de encontro — não com os outros, mas com aquilo que sabe nos escutar e ainda nos permite recomeçar.”

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“⁠As Fake News são produzidas para Enganar ou Retroalimentar o mau-caratismo dos Asseclas?


Na era das fake news, a dúvida que não cala já não é apenas sobre a mentira em si, mas sobre a sua vocação.


Elas nascem para enganar os desavisados ou para alimentar, com doses regulares de ilusão, o mau-caratismo dos asseclas apaixonados?


Talvez para ambos…


A mentira digitalizada é muito raramente improvisada; mas pensada, lapidada e distribuída como ração ideológica.


Ela não busca convencer pela verdade, mas pela repetição.


Não apela à razão, mas ao afeto mal resolvido — medo, ressentimento, sensação de pertencimento…


Assim, não se limita a iludir: ela conforta.


Oferece ao fiel a tranquilidade de não precisar pensar, apenas reagir.


Há quem consuma fake news como quem bebe um veneno sabendo da toxicidade, mas apreciando o efeito.


Nesses casos, o engano já não é o objetivo principal; o propósito é justificar a própria vileza, dar verniz moral ao ódio e aparência de causa nobre ao mau-caratismo.


A mentira vira espelho: não deforma o caráter, apenas o revela.


O mais trágico não é a existência da fraude, mas a disposição de defendê-la com lealdade e fervor religioso.


Quando a verdade ameaça a identidade do grupo, ela passa a ser vista como inimiga.


E, então, mentir deixa de ser um erro para se tornar um ato de lealdade.


Nesse cenário, a fake news não prospera apenas porque alguém a fabrica, mas porque muitos a acolhem com gratidão.


E talvez a pergunta mais honesta, urgente e necessária já não seja quem mente, mas quem precisa tanto da mentira para continuar acreditando até em si mesmo.”

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“Que ninguém, jamais, experimente esses corredores e quartos para curar somente o corpo.

Eu espero que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses corredores e quarto hospitalar, consiga se curar e se reinventar…

E que todos se tornem pessoas — físicas e espiritualmente — melhores!

Que ali não se trate apenas da carne ferida, do osso quebrado ou do órgão cansado…

Mas também das certezas empedernidas, das pressas inúteis e das arrogâncias silenciosas que infelizmente costumamos carregar.

Que os corredores hospitalares, com seus passos contidos e silêncios deveras constrangedores, nos revelem o que muitos anos de saúde insistem em esconder: que a vida é frágil, o controle é ilusório e a empatia não é opcional.

Entre um leito e outro, o tempo desacelera e até se arrasta para que a alma, finalmente, alcance o corpo.

Que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses quartos consiga, sim, se curar — mas que vá além. 

E consiga se permitir se reinventar. 

Que saia dali com menos soberba, mais gratidão; menos indiferença e mais humanidade. 

Que aprenda a ouvir, a esperar, a respeitar o ritmo do outro e o próprio limite.

E se a medicina restaurar o corpo, que a experiência lhe restaure o olhar.

Que todos saiam melhores: fisicamente fortalecidos, espiritualmente mais atentos, e profundamente conscientes de que viver bem não é apenas sobreviver — é aprender a cuidar, de si e do próximo, antes que a dor precise ensinar novamente.

Amém!”

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