“O desejo de falar de nós e de mostrar os nossos defeitos sob o ângulo que mais nos convém, constitui boa parte da nossa sinceridade.”François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
“Se você tem dívida, não se preocupe, porque as preocupações não pagam as dívidas. Nesse caso, o melhor é deixar que o credor se preocupe por você.”Barão de Itararé (1895–1971)
“O homem chora porque terá que morrer breve. A mulher chora porque nasceu tantos anos atrás.”Henry Louis Mencken (1880–1956)
“Eu choro contraída, como se alguém estivesse perfurando minha alma com uma lâmina enferrujada, choro como quem implora, pare, não posso mais suportar.”Martha Medeiros (1961) escritora e jornalista brasileira
“Se você morrer, você está completamente feliz e sua alma em algum lugar vive. Eu não tenho medo de morrer. Total de paz após a morte, tornando-se alguém é a melhor esperança que eu tenho.”Kurt Cobain (1967–1994) Vocalista, guitarrista, compositor e músico
“Não acreditamos mais em nossas sensações. O homem não chora. Quem disse? Se o que você sente lhe dá vontade de chorar, chore. Eu choro sempre. Choro quando estou feliz choro quando estou triste, choro quando um estudante diz algo bonito, choro quando leio poesia. Se você sente alguma coisa, deixe as pessoas saberem o que sente. Você não está cansado dessas caras estóicas que não demonstram nada? Se tem vontade de rir, ria. Se gosta de alguém, diga, vá e dê-lhe um abraço. Se você acredita nisso, é isso.”Leo Buscaglia (1924–1998)
“Acredito que quando alguém chora sem motivo é para aliviar todas as vezes que ela engoliu o choro e colocou um sorriso falso em seu rosto.”Caio Fernando Abreu (1948–1996) escritor brasileiro
“ficou algum tempo quieto. Por fim, disse: — Eu choro por”Paulo Coelho livro O AlquimistaThe Alchemist
“Quando você nasceu, você chorou e o mundo alegrou. Viva sua vida de forma que quando você morrer, o mundo chore e você se alegre.”Autor Desconhecido
“Alguma desconfiança que tenhamos da sinceridade de quem nos fala, não impede que julguemos sempre que são mais sinceros connosco que com os outros.”François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês