„Amor: uma perigosa doença mental.“

—  Platão

Última atualização 6 de Maio de 2022. História
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Platão175
filósofo grego -427 - -347 a.C.

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„Amor - uma grave doença mental.“

—  Platão filósofo grego -427 - -347 a.C.

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„As metáforas são muito perigosas. Não se brinca com as metáforas. O amor pode nascer de uma simples metáfora.“

—  Milan Kundera, livro A Insustentável Leveza do Ser

A Insustentável Leveza do Ser
A Insustentável Leveza do Ser
Variante: Tomás compreendeu então que as metáforas são perigosas. Não se brinca com as metáforas. O amor pode nascer de uma simples metáfora

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„Toda a doença que se manifesta em nós vem do medo, e tudo que é de bom vem do amor.“

—  Eleanor Farjeon 1881 - 1965

All the ill that is in us comes from fear, and all the good from love
Martin Pippin in the Apple Orchard‎ - Página 195, de Eleanor Farjeon - Publicado por BiblioBazaar, LLC, 2008, ISBN 0554217171, 9780554217178 - 300 páginas

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„Não há dificuldade que o amor não vença, nem doença que não cure, nem porta que não atravesse, nem muro que não derrube, nem pecado que não redima.“

—  Emmet Fox 1886 - 1951

There is no difficulty that enough love will not conquer, no disease that enough love will not heal; no door that enough love will not open; no gulf that enough love will not bridge; no wall that enough love will not throw down; no sin that enough love will not redeem...
"Power Through Constructive Thinking" - Página 275; de Emmet Fox - Publicado por Harper & brothers, 1940 - 281 páginas

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„A nossa sociedade ocidental contemporânea, apesar do seu progresso material, intelectual e político, promove cada vez menos a saúde mental e contribui para minar a segurança interior, a felicidade, a razão e a capacidade de amar do indivíduo; tende a transformá-lo num autómato que paga o seu fracasso humano com o aumento das doenças mentais e com o desespero oculto sob um frenesim de trabalho e de pretenso prazer.

Este aumento das doenças mentais pode ter expressão em sintomas neuróticos, claramente visíveis e extremamente penosos. Mas abstenhamo-nos, como diz Fromm, de definir a higiene mental como a prevenção de sintomas. Estes não são nossos inimigos, mas, sim, nossos amigos; quando há sintomas, há conflito, e o conflito indica sempre que as forças da vida que pugnam pela integração e pela felicidade continuam a lutar. Os casos de doença mental realmente desesperados encontram-se entre os indivíduos que parecem mais normais. Muito deles são normais por se encontrarem tão bem adaptados ao nosso modo de vida, porque a sua voz humana foi silenciada tão precocemente nas suas vidas que nem sequer lutam ou sofrem ou desenvolvem sintomas como o neurótico.
Não são normais no sentido absoluto que poderíamos dar à palavra; são normais apenas em relação a uma sociedade profundamente anormal. A sua adaptação perfeita a essa sociedade anormal é uma medida da sua doença mental. Estes milhões de indivíduos anormalmente normais, que vivem sem espalhafato numa sociedade à qual, se fossem seres humanos por inteiro, não deviam estar adaptados, acalentam ainda a ilusão da individualidade, mas, na realidade, estão em grande medida desindividualizados. A sua conformidade evolui para uma coisa parecida com a uniformidade. mas uniformidade e liberdade são incompatíveis. A uniformidade e a saúde mental são também incompatíveis. […] O homem não é feito para ser um autómato, e, se nisso se tornar, a base do seu equilíbrio mental está destruída.“

—  Aldous Huxley, livro Brave New World Revisited

Brave New World Revisited

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