“A feiúra é superir à beleza porque a feiúra permanece.”

La laideur a ceci de supérieur à la beauté c'est qu'elle dure.
citado em "Serge Gainsbourg, le maître chanteur‎" - Página 114, Christian Cazalot, Éric Cazalot - Express Éd., 2004, ISBN 2843432111, 97828434321182004 - 382 páginas

Obtido da Wikiquote. Última atualização 21 de Maio de 2020. História
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beleza, beleza
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1928–1991

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“Toda a beleza é alegria que permanece.”

John Keats Endymion

Fonte: ""Endymion"

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“O mundo é da força e também da beleza, porque, em suma, a beleza é uma força.”

Júlio Ribeiro livro A Carne

na obra "A Carne", capítulo VIII (veja wikisource)

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“Como é difícil, mesmo com a melhor boa vontade do mundo, mesmo para um homem
adulto e razoável, julgar seus semelhantes sem referência à sua aparência exterior! A beleza é uma carta de recomendação quase impossível de ser ignorada; e com muita freqüência atribuímos ao caráter a feiúra do rosto. Ou, para ser mais preciso, não fazemos a menor tentativa de penetrar além da máscara opaca da face até as realidades existentes por trás dela, mas fugimos dos feios ao vê-los sem tentar sequer descobrir como são realmente. Aquele sentimento de instintiva aversão que a feiúra inspira em um homem adulto, mas que ele tem raciocínio e força de vontade suficientes para reprimir ou pelo menos ocultar, é incontrolável em uma criança. Com três ou quatro anos de idade, a criança foge correndo da sala diante do aspecto de certo visitante cujas feições lhe pareceram desagradáveis. Por que? Porque o visitante feio é "ruim", é um "homem mau". E até idade muito mais avançada, embora consignamos deixar de gritar quando o visitante feio aparece, fazemos o possível — a princípio, pelo menos, ou até que seus atos tenham provado impressionantemente que seu rosto lhe contradiz o caráter — para ficar fora de seu caminho. De modo que, se sempre tive aversão por Louiseke, talvez não fosse dela a culpa, mas meu próprio e peculiar horror à feiúra me fizesse atribuir a ela características desagradáveis que, na realidade, não possuía. Ela me parecia rude e rabugenta; talvez não fosse, mas, em qualquer caso, eu assim pensava. E isso explica o fato de eu nunca ter chegado a conhecê-la, nunca ter tentado conhecê-la, como lhe conhecia a irmã.”

Aldous Huxley (1894–1963)

Little Mexican

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