Frases de Wole Soyinka

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Wole Soyinka

Data de nascimento: 13. Julho 1934

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Wole Soyinka é um escritor nigeriano.

Em 1986 foi agraciado com o Nobel de Literatura, sendo considerado o dramaturgo mais notável da África.[carece de fontes?]Soyinka nasceu em uma família humilde de origem iorubá em Abeokuta, Nigéria. Ele fez o primário escolar em Abeokuta e o secundário no Government College, em Ibadan. Soyinka fez faculdade na University College , em Ibadan, e na University of Leeds , na Inglaterra, onde ele se formou com menção honrosa em Literatura inglesa. Ele trabalhou no Teatro da corte real em Londres antes de retornar a Nigéria para se dedicar ao estudo da dramaturgia africana. Soyinka lecionou nas universidade de Lagos e Ife .

Soyinka participou ativamente na história política da Nigéria. Em 1967, durante a Guerra civil nigeriana, ele foi preso pelo Governo federal mantido em confinamento solitário na prisão por suas tentativas de mediar a paz entre os partidos em guerra. Na prisão ele escreveu poemas que mais tarde viriam a ser publicados em uma coleção sob o título Poems from Prison. Soyinka foi liberado vinte e dois meses mais tarde após haver se formado uma conscientização internacional sobre a sua situação. Mais tarde ele recontou a sua experiência no confinamento em um livro: The Man Died: Prison Notes.

Soyinka tem criticado abertamente as administrações da Nigéria e de tiranias políticas mundo afora, inclusive fez denúncias contra o regime de Mugabe de Zimbabwe. Muitos de seus escritos tratam do que ele chama de "the oppressive boot and the irrelevance of the colour of the foot that wears it", ou seja, parafraseando: o coturno opressivo e a irrelevância da cor do pé que a calça. Essas formas de pensar e de se expressar tem causado grande risco de morte ao autor, especialmente durante o governo do ditador nigeriano Sani Abacha . Durante a ditadura do General Abacha, Soyinka se retirou de seu país de origem em exílio voluntário

Citações Wole Soyinka

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„A tiger doesn't proclaim his tigritude, he pounces“

— Wole Soyinka
Context: I said: "A tiger does not proclaim his tigritude, he pounces". In other words: a tiger does not stand in the forest and say: "I am a tiger". When you pass where the tiger has walked before, you see the skeleton of the duiker, you know that some tigritude has been emanated there. Janheinz Jahn (trans. Oliver Coburn and Ursula Lehrburger) A History of Neo-African Literature (London: Faber, 1968) pp. 265-6. Explaining, in Berlin in 1964, a criticism of the concept of négritude he had made at a conference in Kampala in 1962.

„The man dies in all who keep silent in the face of tyranny.“

— Wole Soyinka
The Man Died (New York: Harper & Row, 1972) p. 13.

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